sexta-feira, 26 de junho de 2015

Documentário sobre o direito humano à educação no Haiti será exibido em São Paulo


Após a pré-estreia do filme ‘Dignité’, haverá um debate com o diretor do documentário e a coordenadora da CLADE, rede regional que idealizou a obra 

Em mais uma edição do “Ação em Debate”, encontro de formação e reflexão sobre temas da conjuntura nacional e internacional, impulsionado pela ONG Ação Educativa, acontecerá no dia 30 de junho, a partir das 18h30, na sede dessa organização em São Paulo, e em aliança com a Campanha Latino-Americana pelo Direito à Educação (CLADE), a pré-estreia do documentário “Dignité - o direito humano à educação no Haiti”, uma produção da Phanton Filmes, realizada por iniciativa da CLADE em parceria com a coalizão haitiana Reagrupação pela Educação para Todos e Todas (REPT).

O filme, todo em creole e com legendas em diversos idiomas, apresenta um conjunto de depoimentos de haitianos e haitianas, sobre a educação em seu país. Estudantes, docentes, diretores e diretoras, mães e pais, pesquisadoras/es, ativistas, representantes de governo e de organismos internacionais falam sobre os desafios para a realização desse direito e apresentam propostas para a construção de um sistema de educação que garanta direitos.

No Haiti, cerca de 50% das meninas e meninos em idade escolar obrigatória não estão matriculadas/os (ONU, 2013). Além disso, as escolas públicas constituem apenas 12% do total de escolas existentes, segundo o censo escolar mais recente (2011). A infraestrutura escolar frequentemente se encontra em condições precárias, como indica o fato de 76,8% das escolas primárias não terem eletricidade e 79% das e dos docentes de primária não receberem qualquer tipo de formação básica. Haiti é o único país de América Latina e Caribe que não conta com uma Lei Geral de Educação, o que dificulta a garantia desse direito, ainda que o país tenha assinado tratados internacionais de direitos humanos.

Para a conversa posterior à mostra do documentário, estarão presentes o diretor do filme, Alyson Montrezol, e Camilla Croso, coordenadora geral da CLADE.

Serviço:

11º Encontro Ação em Debate - Pré-estreia do filme Dignité - o direito humano à educação no Haiti
Data/horário: 30/06, a partir das 18h30
Local: Ação Educativa (Rua General Jardim, 660). São Paulo/SP

Mais informações
No site do filme: http://campanaderechoeducacion.org/dignite/por/
Em contato com a nossa assessoria de imprensa:
Fabíola Munhoz
fabiola@campanaderechoeducacion.org

Aos Mestres da MPB com Carinho


 

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terça-feira, 23 de junho de 2015

Exposição "Elementos", idealizada pelo fotógrafo Máximo Jr., reúne personalidades e preocupação ambiental


 

PANAMERICANA ESCOLA DE ARTE E DESIGN

 

Exposição "Elementos", idealizada pelo fotógrafo Máximo Jr., reúne personalidades e preocupação ambiental

 

A Panamericana Escola de Arte e Design recebe, de 30 de junho a 17 de julho, na sede Groenlândia, a exposição das imagens do livro "Elementos", do fotógrafo Máximo Jr. e do visagista Emerson Murad em prol da Ampara Animal. O critério para a escolha do tema foi os quatro elementos da natureza: terra, fogo, água e ar. A partir dessa ideia, o fotógrafo traz à tona uma preocupação que está ligada à preservação e à sustentabilidade. O livro, assim com a mostra, tem o objetivo de despertar no público a necessidade de conservar e preservar as riquezas naturais brasileiras.

As fotografias que serão expostas em painéis gigantes na Panamericana mostram personalidades como Gianne Albertoni, Thais Pacholek, Mônica Carvalho, entre outras, que abraçaram a causa de Máximo Jr. Mais de 30 modelos profissionais, artistas convidados e atrizes envolvidas cederam seu tempo, dedicação e trabalho para colocar em prática a ideia de representar os elementos. "Foram meses de produção, meses de muito trabalho e horas de pesquisa para que tudo ficasse perfeito. O resultado foi ótimo: um livro e uma exposição forte e impactante", explica o fotógrafo, que ressalta ainda que toda a arrecadação dos direitos autorais será doada à instituição.

A Exposição "Elementos" na Pamanericana poderá ser vista de segunda a sexta, das 9h às 21, e sábado, das 9h às 12h. Não abre aos domingos e feriados. O livro custará R$ 89,00 e estará à venda no site da Ampara Animal e nas melhores livrarias do país.

SERVIÇO: Exposição ELEMENTOS

Local: Panamericana Escola de Arte e Design: Rua Groenlândia, 77

Período: 30 de junho a 17 de julho

Horário: de segunda a sexta, das 9h às 21h, e sábado, das 9h às 12h. Não abre nos domingos e feriados

Coquetel de abertura: 30 de junho, às 19h30

Informações: Tel. (11) 3887.4200 – http://www.escola-panamericana.com.brwww.facebook.com.br/panamericanaescoladeartedesign

segunda-feira, 22 de junho de 2015

“Gustavo Speridião - Estudos Superficiais”

“Gustavo Speridião - Estudos Superficiais”
Curadoria de Guilherme Bueno
Abertura: Sábado, 20 de junho, às 11h
FUNARTE
 

Estudos Photosequence 09” e “Estudos Photosequence 00”
Funarte SP apresenta pesquisa de Gustavo Speridião realizada ao longo de 8 anos em 18 países

A Funarte São Paulo apresenta, no dia 20 de junho, às 11h, a exposição “Estudos Superficiais”, do artista carioca Gustavo Speridião. A mostra, cujo projeto foi contemplado pelo Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 2014 - Galerias Funarte de Artes Visuais São Paulo, tem curadoria Guilherme Bueno, é composta pela série homônima de fotografias e um filme, produzidos ao longo de oito anos em 18 países. Na abertura, às 11h30, ocorre lconversa aberta com artista e curador.
A série “Estudos Superficiais”, que é exibida pela primeira vez no Brasil, já foi mostrada, em parte, na prestigiosa Maison Européenne de la Photographie, em Paris, em 2013. O conjunto é composto por 94 fotografias em preto e branco e um filme digital, também em preto e branco, de 55 minutos, resultado de pesquisa teórica e de campo, que exploram situações da vida cotidiana através de um olhar espirituoso e atento a composições formais. As obras foram produzidas entre 2006 e 2013 em 18 países: Brasil, Bolívia, Argentina, Portugal, Espanha, Inglaterra, França, Holanda, Alemanha, Polônia, Republica Tcheca, Hungria, Itália, Grécia, Turquia, Rússia, Marrocos e Egito.
As questões suscitadas pela produção de Speridião parecem bastante pertinentes em um contexto contemporâneo brasileiro e internacional em que artistas e pesquisadores frequentemente se deparam com questões que vão além do objeto artístico em si. A série possui linguagem acessível, sem os mata-burros da erudição nem os quebra-molas das citações frequentes. Por fim, a mostra representará um ponto de virada na carreira de Gustavo Speridião, que já expôs em outros estados e no e no exterior, mas essa seria sua primeira individual em uma instituição na cidade de São Paulo.

Serviço:
Exposição: “Estudos Superficiais”, de Gustavo Speridião
Curadoria de Guilherme Bueno
Abertura: 20 de junho, às 11h.
Bate-papo com artista e curador: 20/06/15, às 11h.
Período expositivo: 20/06/15 a 03/08/15

FUNARTE
Campos Elíseos: Al. Nothmann, 1.058, estação Santa Cecília do Metrô, tel. (11) 3662-5177. Diariamente, 14h/22h. www.funarte.gov.br

100 anos de Roland Barthes têm colóquio e exposição

 

22 de junho de 2015

Agência FAPESP – Em 2015, Roland Barthes, um dos principais pensadores franceses do século 20, faria cem anos. Para comemorar, a Universidade de São Paulo (USP) organiza o Colóquio Roland Barthes Plural, de 23 a 26 de junho de 2015, e uma exposição, que vai até 20 de setembro. Os eventos serão realizados na Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura.
No colóquio, pesquisadores do Brasil e de países como França, Bélgica, Reino Unido, Espanha e Argentina discutirão a obra influente e múltipla de Barthes, que transitou pela semiologia, pela filosofia e pela crítica literária.

“Il faut choisir: Barthes devant le pari de Pascal”, por Diana Knight (Nottingham University), “Roland Barthes: Ética y moral de las formas”, por Daniel Link (Universidad de Buenos Aires), “La vie comme texte: une tentation de Roland Barthes”, por Philippe Roger (École Pratique de Hautes Études en Sciences Sociales), e "Petite mythologie du ‘mwa’: Roland Barthes, était-il, est-il barthésien?”, por Andy Stafford (University of Leeds), são algumas das palestras programadas.
O colóquio está com inscrições encerradas, mas quem não se inscreveu poderá aproveitar a programação aberta ao público, que conta com eventos artísticos em torno da obra de Barthes.
No dia 24, às 19h, o diretor Helder Mariani e os atores Daniel Kronenberg e Katia Naiane farão uma leitura dramática de trechos das peças Improvisos da Alma, de Eugène Ionesco, e Fragmentos de um discurso amoroso, de autoria de Teresa de Almeida, baseada na obra homônima de Barthes.
No dia 25, às 19h, ocorrerá o lançamento do número especial sobre Barthes da Revista Criação & Crítica, da USP, e de livros de especialistas brasileiros sobre a obra do crítico francês. No encerramento, dia 26, às 18h20, haverá o show do grupo Les Serges, de canções populares francesas.

Exposição
A partir do dia 23 de junho, na exposição Roland Barthes Plural serão exibidos imagens, textos e vídeos do pensador, com curadoria de Rodrigo Fontanari, curadoria adjunta de Gisela Bergonzoni e a assistente de curadoria Juliana Bratfisch.

Entre os destaques da mostra dividida em três espaços, estarão alguns dos livros e revistas de fotografia que Barthes usou na elaboração de A câmara clara (1980), livros da biblioteca do poeta Haroldo de Campos com dedicatórias de Barthes e documentários sobre a obra do autor.
Na primeira sala, que dá nome à exposição, será mostrada a pluralidade de quem foi Barthes, diante das diversas áreas que transitou, como escrita, fotografia, crítica literária e teatral e semiologia. O público poderá conhecer uma faceta desconhecida do pensador, a de pintor amador, por meio de suas aquarelas, que ilustram as capas de suas obras publicadas no Brasil pela editora Martins Fontes.
Na segunda sala, o espaço será dedicado à fotografia, com exibições de um conjunto de fotos inéditas, revistas e livros que inspiraram Barthes para a composição de A câmara clara.
Apesar de Barthes nunca ter visitado o Brasil, sua obra ganhou muitos admiradores no país, como Haroldo de Campos. A terceira sala da exposição é inspirada em um encontro entre os dois, em 1969, em Paris. No espaço, estará exposto o livro Sade, Fourier, Loyola (1971) com uma dedicatória a Campos e alguns livros que pertencem ao acervo da Casa das Rosas, com anotações e grifos do poeta brasileiro sobre a obra barthesiana.

Mais informações: https://barthesplural2015.wordpress.com

sexta-feira, 19 de junho de 2015

As muitas lutas de Lélia Gonzalez é tema de debate em Mesquita (RJ)


Exposição, documentário e roda de conversa marcam o lançamento da nova edição do Projeto Memória da Fundação Banco do Brasil na Baixada Fluminense
 
Em Mesquita (RJ), município da Baixada Fluminense, segunda-feira (22/06), acontece mais um lançamento do Projeto Memória “Lélia Gonzalez: o feminismo negro no palco da história”, iniciativa da Fundação Banco do Brasil em parceria com a Brasilcap e a Rede de Desenvolvimento Humano - Redeh. O evento, uma realização da Prefeitura de Mesquita e Redeh será na Vila Olímpica, a partir das 9h.
 
A ativista negra Lélia Gonzalez denunciou o racismo e o sexismo como formas de violências que subalternizam homens e mulheres. Pioneira do feminismo negro no Brasil e uma das fundadoras do Grupo N’ Zinga, ela tornou-se referência teórica para universidades e movimentos de resistência social. O evento na Baixada Fluminense visa mobilizar lideranças, ativistas do movimento negro e de mulheres negras e pesquisadoras. "Lélia Gonzalez é uma referência teórica a ser apropriada pelos movimentos de resistência, sobretudo movimentos negros e de mulheres negras. Suas bandeiras de luta contra o racismo, o sexismo e a desigualdade social mostram o seu compromisso político contra qualquer tipo de opressão e preconceito existente na sociedade" destaca Antonia Ceva, coordenadora da Redeh.
 
O evento começa com visita à exposição Lélia Gonzalez, composta de 16 painéis, seguida de exibição do documentário de 18 minutos sobre vida e obra da homenageada. Exposição, documentário e outros materiais integram o portfólio da iniciativa e estão disponíveis para download no sitehttp://www.projetomemoria.art.brNa sequência, acontece a composição da mesa de abertura, integrada por Antonia Ceva, coordenadora da Redeh; Luana Carvalho, coordenadora municipal de Políticas de Promoção da Igualdade Racial; Sonia Lopes, coordenadora municipal de Políticas para Mulheres; Marisa Justino, sub coordenadora municipal de Políticas de Diversidade Sexual; Evandro Taveira, secretaria municipal de Governo; e Áurea Lobo, secretaria municipal de Educação, Cultura, Esporte, Lazer e Turismo. Jurema Batista, subsecretária de Inclusão Produtiva da prefeitura do Rio de Janeiro e o economista Rubens Rufino, filho da homenageada, finalizam as atividades da manhã com um tributo à Lélia Gonzalez.
 
Após o intervalo, às 13h, falas de Neno Ferreira, coordenador de Diversidade Sexual; Douglas Muciolo, secretário adjunto da secretaria municipal de Educação, Cultura, Esporte, Lazer e Turismo; e Ana Leila, presidente do Centro Social Fusão e Ativista do Movimento de Mulheres Negras de Mesquita. O documentário será reexibido e, em seguida, acontece a roda de conversa “As muitas lutas de Lélia Gonzalez”. No debate, Azoilda Loretto de Trindade, da Universidade Estácio de Sá e do Programa A Cor da Cultura; Elizabete Viana, socióloga e ativista do Movimento de Mulheres Negras; e Marta Muniz Bento, da Prefeitura Municipal de Japeri e ativista do Movimento de Mulheres Negras. A mediação fica a cargo da produtora cultural Giordana Moreira e o evento conta também com a Arena de Debates, espaço aberto para a participação do público.

Projeto Memória - Realizado pela Fundação Banco do Brasil desde 1997, o Projeto Memória é uma tecnologia social de educação que visa resgatar, difundir e preservar a memória cultural por meio de homenagens a personalidades que contribuíram para a transformação social e construção da cultura nacional. Em edições anteriores já foram homenageados nomes como o poeta Castro Alves, o escritor Monteiro Lobato, o jurista Rui Barbosa, o navegante Pedro Alvares Cabral, o presidente Juscelino Kubitschek, o sanitarista Oswaldo Cruz, o sociólogo Josué de Castro, o educador Paulo Freire, a feminista Nísia Floresta, o líder da Revolta da Chibata João Cândido, o Marechal Rondon e o poeta Carlos Drummond de Andrade. Acesse ohttp://www.projetomemoria.art.br e saiba mais.

Serviço:
Lançamento do Projeto Memória “Lélia Gonzalez: o feminismo negro no palco da história” da Fundação Banco do Brasil em Mesquita (RJ)
Data: 22 de junho de 2015, segunda-feira
Horário: 09h às 16h
Local: Vila Olímpica de Mesquita
Endereço: Avenida Baronesa de Mesquita s/n, Cosmorama
Mesquita - Rio de Janeiro (RJ)
 
Assessoria de imprensa Fundação BB

quarta-feira, 10 de junho de 2015

O Autor na Praça celebra os 88 anos do jornalista Luiz Ernesto Kawall formado na primeira turma da Cásper Líbero

O Autor na Praça celebra os 88 anos do jornalista Luiz Ernesto Kawall

Foto da inauguração do Museu da Voz na Feira de Artes da Praça Benedito Calixto. Na foto, de 1989, vemos Kawall, o 2º da direita para esquerda, ao lado de amigos, entre eles Leônidas da Silva, Carlito Maia, Jorge Caleiro Filho, o radialista Tico Tico, Padre Godinho, o artista plástico João Antonio da Silva, Julio Amaral de Oliveira, o Julinho Boas Maneiras  e outros.


No próximo sábado, dia 13 de junho, vamos celebrar o aniversário de 88 anos de jornalista, crítico de arte e pesquisador, historiador da cultura popular brasileira Luiz Ernesto Kawall. Na ocasião haverá o lançamento do segundo volume do livro "Artes e Reportagem", que traz histórias e entrevistas de artistas nacionais. No livro, as histórias vividas pelo Kawall são apresentadas pelos colegas,José Henrique Fabre Rolim (presidente da APCA), Angelo IacoccaGabriel Kwak, Paulo Bomfim e Salomão Esper. Destaques do livro: a formação e inauguração do MIS – Museu da Imagem e do Som; o casamento rumoroso de Patricia Galvão, a Pagu e Oswald de Andrade e as vozes gravadas de Oswald, Tarso, Rebolo, Brecheret, a doação do acervo da "Vozoteca" para o IEB, a descoberta da voz de Mário de Andrade, etc. De tudo isso é bom citar que foi numa iniciativa do Luiz Ernesto que houve um reencontro e reconciliação entre os pintores brasileiros Di Cavalcanti e Volpi, explico: o Luiz Ernesto Kawall era um dos organizadores  e colaborador de uma vernissage, "Ex aequo" da Bienal do centenário, nesta ocasião os dois artistas plásticos brasileiros estiveram presentes e retomaram um diálogo e relacionamento, uma foto no livro com Kawall e os dois, mostram este momento.

Nesta mesma tarde, por sugestão e ideia do Kawall, vamos batizar a arquibancada em frente ao Espaço Plínio Marcos com o nome de Bancada Carlito Maia, este grande homem da comunicação, que foi um grande amigo e parceiro do Kawall e também um dos fundadores do projeto O Autor Na Praça. Haverá leituras de trechos do livro, pensamentos e ideias do Carlito Maia, como essa: "Vivo triste e solitário, qual uma árvore. Porém solidário como uma floresta". Contaremos também com a participação do cartunista e artista plástico Junior Lopes. Vejam uma bela entrevista do Luiz Ernesto Kawall na Jovem Pan: https://www.youtube.com/watch?v=k1S4DEirnxM e esta matéria sobre a doação do acervo parao IEB-USP: http://www.usp.br/aun/exibir.php?id=5462. Mais informações abaixo.

Sobre Luiz Ernesto Kawall - É jornalista, crítico de arte e museólogo brasileiro. Formado em jornalismo, em 1951, na primeira turma da Fundação Cásper Líbero, iniciou, nos anos 1970, na Folha de São Paulo, uma coluna de arte que lhe valeu premiação pela APCA – Associação Paulista dos Críticos de Arte. Foi um dos fundadores do Museu da Imagem e do Som de São Paulo e do Museu Caiçara deUbatuba. Colecionador de arte popular e de cordéis, reuniu durante décadas os arquivos sonoros, cerca de 5.000 vozes, na verdade são 12 mil registros de personalidades nacionais - como as de Cândido RondonRui BarbosaSantos DumontWashington LuizJuscelino KubitschekGetúlio VargasMonteiro LobatoDalva de OliveiraOrlando SilvaVicente CelestinoCarmen Miranda e Corifeu de Azevedo Marques - e estrangeiras - como as de Thomas EdisonSigmund FreudLêninAdolf HitlerBenito MussoliniWinston ChurchillDe GaulleGandhiJohn Kennedy. Também faz parte do seu acervo um disco do show de Marlene Dietrich no Cassino da Urca, no Rio de Janeiro, no qual a atriz alemã cantou Luar do Sertão em português. Kawall começou a colecionar vozes no início na década de 1950, por influência de Carlos Lacerda, com quem trabalhou no jornal Tribuna da Imprensa. A Vozoteca, o seu museu da voz, nasceu em 1989. Em abril de 2013, Kawall doou sua "Vozoteca" para o IEB - Instituto de Estudos Brasileiros da USP. Luiz Ernesto mora na Praça Benedito Calixto há 50 anos, é um dos fundadores da Feira de Artes da Praça e do Museu da Voz, barraca de raridades brasileiras em áudio, comandada pelo Jorge Caleiro Filho. Através do Kawall no início da Feira de Artes, que o multi artista Antonio Nóbrega foi um dos pioneiros a se apresentar na Feira de Artes. Kawall também é um grande parceiro e incentivador do projeto O Autor na Praça, foi por ideia dele que organizamos uma tarde memorável pelos 70 anos do jogador de futebol Leônidas da Silva.

Serviço:
O Autor na Praça celebra os 88 anos do jornalista e crítico de arte Luiz Ernesto Kawall
Espaço Plínio Marcos – Tenda na Feira de Artes da Praça Benedito Calixto – Pinheiros
Dia 13 de junho, sábado, 14h. - Informações: Edson Lima – 3739 0208 / 95030 5577
RealizaçãoEdson Lima, AAPBC. Apoio: Max Design, Restaurante Consulado Mineiro e O Cantinho Português (Barraca de comida portuguesa na Feira da Benedito Calixto).





Texto de Carlito Maia, publicado em 1986 no jornal A Gazeta de Pinheiros, sobre a fundação do Museu da Voz na Feira de Artes da Praça Benedito Calixto:

Velho amigo & Neta nova

"Faz 70 anos hoje – e o conheci com menos de 30"! – o príncipe de nascença Júlio Amaral de Oliveira, o "Julinho Boas Maneiras" falado (e respeitado). Trata-se da pessoa mais fina da cidade. E mora em Pinheiros. Meu companheiro (ideal) de boêmia – quando só havia voluntários na noite. Hoje, boêmio tem carro com motorista segurança e paga as contas com o cartão de crédito. São os que não ligam o nome à pessoa.

Além de o maior boêmio de Poluicéia Desvirada, Julinho deita e rola em três campos: ciganos, ópera e circo, tendo doado seu rico acervo ao MIS. Adoro o Julinho e choro com ele a falta de Lígia, sua doce companheira de anos e anos.

Viva o Júlio, com quem estive domingo passado, quando foi inaugurado o Museu da Voz (barraca 63 da Feira da Benedito Calixto). Parecia mais moço do que eu, além de muito mais elegante e charmoso. Lá estava também o maior craque de todos os tempos, isto é, dos tempos em que havia futebol, Leônidas da Silva, o "Diamante Negro". Léo, "meu ídolo, está enxutésimo, que inveja" Outra presença: padre Godinho, em ótima forma. E até o veterano repórter de tevê, "Tico-Tico". Coroa tinindo nos cascos. Não envelhecem, continuam meninos. Mas eu voltarei a falar aqui do Museu da Voz, bela iniciativa do Luiz Ernesto Kawall, escoteiro sempre alerta, e do Jorge Narciso Caleiro Filho. Pinheiros é um bairro inteligente. (...)

Texto publicado em junho de 1989 no jornal A Gazeta de Pinheiros.



segunda-feira, 8 de junho de 2015

Para Gelar a Alma



Para Gelar a Alma’ 
estreia em São Paulo, em 13 de junho, sábado, às 19h 
Na Capela do Cemitério Consolação 
Espetáculo baseado em contos de Edgar Allan Poe e histórias da tradição oral brasileira 
Direção e dramaturgia de Márcio Araújo 
Trilha sonora composta por Willian Guedes (Três Prêmios SHELL de melhor música) 
Direção de Arte de Carlos Moreno 
Com as atrizes Abigail Tatit, Edi Fonseca e Zeza Mota 


Foto de Fábio Burtin

A partir do dia 13 de junho, o programa Memória & Vida, do Serviço Funerário do Município de São Paulo, apresenta ‘Para Gelar a Alma’, espetáculo de imaginação e mistério, do Grupo Na Companhia de Mulheres, livremente inspirado em contos de Edgar Allan Poe e em uma história verídica de maldição familiar feminina.
Capela do Cemitério Consolação
Rua da Consolação, 1660
Temporada de 13 de junho a 05 de julho
Sábados e Domingos às 19h
Ingressos gratuitos
Capacidade: 40 lugares
Duração: 55 min
Vagas gratuitas no local
Reservas por email: paragelaraalma@gmail.com
Tel. 991.815.184/ 991.232.833

quarta-feira, 3 de junho de 2015

I Congresso de Pesquisadores de Economia Solidária

 

Entre os dias 17 a 19 de junho acontece no Campus São Carlos da UFSCar o I Congresso de Pesquisadores de Economia Solidária (CONPES), com o tema “Desafios globais do trabalho com mediação solidária”. O evento, realizado pela Associação Brasileira de Pesquisadores de Economia Solidária (ABPES) e pelo Núcleo Multidisciplinar e Integrado de Estudos, Formação e Intervenção em Economia Solidária (NuMI-EcoSol-UFSCar) da Universidade, visa promover a reflexão através da troca de conhecimentos entre os pesquisadores da área e refletir sobre conceitos e práticas de Economia Solidária, tendo como contexto aspectos do universo empírico de empreendimentos econômicos associativos e das políticas públicas voltadas para eles.

O congresso contará com mesas-redondas e grupos de estudos que abrangem temas como trabalho, cooperativismo, autogestão, desenvolvimento territorial e políticas públicas de geração de renda. Está prevista a participação  de renomados pesquisadores do Brasil, Argentina, França, Portugal e Uruguai. Durante o congresso ocorrerá a 5ª Assembleia Geral da ABPES que estará completando 10 anos de existência.

O evento tem o apoio de programas de pós-graduação da Universidade: Sociologia (PPGS), Ciência, Tecnologia e Sociedade (PPGCTS) e Terapia Ocupacional (PPGTO). Os interessados podem obter maiores informações através do site: http://www.conpes.ufscar.br/.