terça-feira, 16 de junho de 2026

Prazo para redes aderirem à PND termina quarta (17)

 


Secretários de educação devem formalizar a adesão ao exame voluntariamente, por meio do Simec. Notas da prova podem ser usadas nas seleções de professores da educação básica realizadas pelas redes de ensino
 

Foto: Divulgação/MEC

 

Terminará na quarta-feira, 17 de junho, o prazo estabelecido pelo Ministério da Educação (MEC) para a adesão das redes de ensino à Prova Nacional Docente (PND). Os secretários de educação de todo o país podem aderir voluntariamente ao exame por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec). A adesão não obriga as redes a realizarem imediatamente processos de seleção nos seus estados, mas confere segurança jurídica para que os resultados de 2025 e 2026 sejam utilizados futuramente.
 

Entes da Federação que aderiram em 2025 devem manifestar interesse em continuar com a adesão em 2026, que passará a ter validade por prazo indeterminado. Em 2025, a PND foi aplicada em 750 municípios.
 

Antes do período de inscrição dos candidatos, que será iniciado no dia 22 de junho, o MEC divulgará uma lista com todos os entes que aderiram à PND, a fim de que os professores interessados nos processos seletivos tenham conhecimento prévio acerca da possibilidade de utilização da PND.
 

A PND não é um concurso unificado e não substitui os processos seletivos dos entes, mas pode substituir as etapas de provas objetiva e discursiva de seus processos seletivos. A prova se assemelha ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) — os candidatos recebem uma nota que pode ser utilizada nos processos de seleção das redes.
 

Os entes que optarem por utilizar a nota da PND em seus processos seletivos deverão prever essa possibilidade no respectivo edital, e os candidatos deverão se inscrever tanto na PND quanto no processo seletivo da rede. Os municípios com concursos vigentes também podem aderir, já que a prova não cria um cadastro de professores que os municípios são obrigados a contratar.
 

Mais informações sobre como utilizar a PND para a seleção de professores podem ser encontradas no Guia de Apoio Técnico.
 

Aplicação – A edição de 2026 da PND será realizada em 20 de setembro e os resultados estão previstos para 15 de dezembro, a fim de possibilitar a contratação de professores para o ano letivo de 2027.
 

Conteúdo – A PND é estruturada em dois blocos de questões: formação geral docente e componentes específicos. O primeiro dispõe de 30 perguntas objetivas e mais uma discursiva, que servem para avaliar competências pedagógicas, compreensão de temas da realidade brasileira e mundial, comunicação escrita e raciocínio lógico. O segundo bloco, por sua vez, traz 50 questões objetivas voltadas a avaliar conhecimentos específicos da área, capacidade de análise e aplicação de conteúdos em situações-problema e estudos de caso. Em 2026, além das 17 áreas do conhecimento já avaliadas na edição anterior, quatro novas áreas serão avaliadas: dança, teatro, ciências da natureza e letras espanhol. O candidato deverá escolher uma dentre as 21 áreas de avaliação.
 

Mais Professores – A PND integra as ações do Programa Mais Professores para o Brasil, concebido em reconhecimento ao papel central dos docentes no processo de aprendizagem dos estudantes e no sucesso das políticas educacionais. A política busca fomentar e fortalecer a formação de docentes, ao mesmo tempo em que incentiva o ingresso de professores no ensino público e valoriza os profissionais do magistério, proporcionando-lhes recursos e oportunidades de desenvolvimento profissional contínuo.
 

Com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)

BikeCine leva cinema sustentável ao Fica 2026




As sessões gratuitas são movidas apenas pela energia limpa das pedaladas de bicicletas
 

A 27ª edição do Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (Fica 2026) recebe a experiência interativa de um cinema totalmente movido por bicicletas! O BikeCine é um cinema itinerante, ao ar livre, que funciona apenas com energia limpa e sustentável, gerada pelas pedaladas do próprio público. As sessões gratuitas acontecem entre os dias 18 e 20 de junho, na Praça do Chafariz, na cidade de Goiás.
 

A programação exibe Speed Racer, adaptação do anime japonês dirigida pelas irmãs Wachowski, Meu Amigo Totoro, longa-metragem do diretor japonês Hayao Miyazaki e uma das produções mais conhecidas do Studio Ghibli, além de Ponyo, uma história que aborda amizade, imaginação e a relação entre seres humanos e o meio ambiente. O público poderá também assistir a Flow, animação vencedora do Oscar de Melhor Animação e que acompanha a jornada de um gatinho tentando sobreviver em um mundo submerso.
 

No BikeCine, o público pode escolher de onde e como prefere assistir aos filmes: acomodado na plateia de cadeiras ou pedalando nas estações de bicicletas e participando ativamente do funcionamento da sessão. No total, são 16 estações que captam a energia gerada pelos ciclistas: 12 bicicletas adulto, duas infantis e duas bases para acoplar bicicletas trazidas pelo próprio público.

 

E o BikeCine é para todos, durante a sessão é possível também participar pelo “pedal de mão”, recurso planejado especialmente para a diversão das crianças, idosos e pessoas com mobilidade reduzida, promovendo maior acessibilidade.


A tecnologia também está presente na projeção das imagens, para garantir a melhor experiência ao público. Os filmes são exibidos na tela inflável da Airscreen, equipamento com tecnologia de ponta, que oferece alta qualidade para cinemas ao ar livre.

 

Uma experiência cultural colaborativa, ecológica, inclusiva e diferenciada, o BikeCine tem dois anos de atividades, e tem parceria de desenvolvimento com os já bem-sucedidos cinemas ao ar livre: Cine Autorama e CineSolar.

 

No Instagram: @bikecine
 

Serviço
BikeCine no Fica 2026

Data: 18 a 20 de junho de 2026

Horário: a partir das 18h30
Local: Praça do Chafariz – Rua da Praça Brasil Caiado, Centro, cidade de Goiás (GO)

 

Programação

Quinta-feira (18/06)
18h30 às 20h45 – Speed Racer
21h às 22h30 – Meu Amigo Totoro

Sexta-feira (19/06)
18h30 às 20 horas – Flow

Sábado (20/06)
18h30 às 20 horas – Flow
20h30 às 22h15 – Ponyo

segunda-feira, 15 de junho de 2026

Instituto MECA ocupa o MAC Niterói com exposição dedicada às relações entre arte contemporânea, espiritualidade e território

 


De 20 de junho a 23 de agosto de 2026, a mostra reúne produções desenvolvidas durante residências artísticas realizadas no estaleiro Mac Laren, em Niterói, propondo reflexões sobre corpo, ancestralidade, memória e as dimensões sensíveis.

NITERÓI (RJ) — Entre matéria e transcendência, presença e rito, a mostra "Mistério das Coisas Vivas" ocupa o Mezanino do Museu de Arte Contemporânea de Niterói entre 20 de junho e 23 de agosto de 2026. Reunindo obras de Anna Livia Taborda Monahan, Ana V. Lopes, Yaka Huni Kuin, Julia Gallo, Mayra Carvalho e Caio Pacela — artistas residentes do Instituto MECA entre 2025 e 2026 —, a exposição apresenta um conjunto de trabalhos que investiga diferentes expressões da espiritualidade contemporânea e suas relações com natureza, território, ancestralidade e imaginação.

Com texto de apresentação de Catarina Duncan — curadora convidada —, além de textos de Denilson Baniwa e Danniel Tostes — mentores do Programa de Residência —, e de Bianca Bernardo, curadora do Instituto, a mostra reúne trabalhos produzidos ao longo das residências artísticas realizadas entre o final de 2025 e o primeiro semestre de 2026. Em diálogo com linguagens como pintura, escultura, instalação e desenho, as obras articulam práticas poéticas que atravessam corpo, memória e percepção, compreendendo espiritualidade e transformação como experiências vividas, encarnadas e coletivas.

Mais do que apresentar individualidades, a exposição se estrutura como um campo de relações no qual cada obra opera como extensão de universos afetivos, simbólicos e políticos. A partir de distintas cosmologias e percepções do sagrado, os artistas constroem paisagens de encontro entre o íntimo e o coletivo, instaurando zonas de tensão e aproximação entre visível e invisível, matéria e espírito, permanência e transformação.

Ao ocupar o Mezanino do Museu de Arte Contemporânea de Niterói, Mistério das Coisas Vivas propõe ao público uma experiência sensorial e reflexiva voltada à escuta, à presença e à imaginação compartilhada. Em um contexto marcado pela aceleração e pela fragmentação das experiências coletivas, os trabalhos reunidos afirmam o sensível como espaço de elaboração crítica, conexão e reinvenção de formas de existência.

Instalado na Ilha da Conceição, no interior do estaleiro Mac Laren, o Instituto MECA vem se consolidando como um espaço de pesquisa, experimentação e formação artística voltado à criação de redes de permanência, troca e diálogo com o território. A exposição no Museu de Arte Contemporânea de Niterói amplia esse movimento ao colocar em contato direto com o público os processos e investigações desenvolvidos durante as residências.

O Instituto MECA, responsável pela exposição, é uma iniciativa do Grupo Mac Laren. Situado em pleno complexo industrial na Ilha da Conceição, o MECA se destaca por sua proposta inovadora: “O MECA nasce do desejo de reimaginar o papel da indústria no mundo contemporâneo. Não apenas como motor econômico, mas como agente ativo na produção de cultura, conhecimento e regeneração ambiental. Inserido em nosso histórico estaleiro, o instituto transforma um espaço de trabalho em território de criação e reflexão, conectando artistas, comunidade e natureza. Acreditamos que investir em cultura é investir em futuro, e que o desenvolvimento só é pleno quando integra sensibilidade, consciência e impacto real. O MECA é, acima de tudo, um convite para repensarmos juntos as formas de habitar, produzir e coexistir no nosso tempo”, explica Eduardo Mac Laren, diretor de sustentabilidade do grupo e idealizador do Instituto.




Dentre os artistas participantes, destacam-se nomes no cenário da arte contemporânea:
Ana V. Lopes (n. 1998, Japuíba, Brasil) é artista visual, curadora, arte-educadora e pesquisadora contracolonial. Graduada em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF), atualmente atua como curadora no Galpão Bela Maré. Em sua prática artística, investiga o encontro entre barro, terra e corpo, fabulando mundos que coabitam, adentrando o campo onírico e narrando histórias. Seus interesses atravessam estudos de processos de queima, coletas manuais e aglutinações orgânicas. Participou dos programas Habitar os Vínculos - Terra Saúva (São Paulo, 2023), Casa Figueira (Rio de Janeiro, 2025) , Ainda,Lab (Rio de Janeiro, 2025) e Arte Livre, Ar Livre com Casa Europa (Rio de Janeiro, 2025). Entre as suas exposições, destacam-se Canção Sublime, Notas para o infinito na Claraboia (São Paulo) Emaranhados, no Sesc São Gonçalo (Rio de Janeiro); PARU: Ecos do Barro no Parque da Catacumba (Rio de Janeiro). Realizou as exposições individuais: Fragmentos da Encantaria na Galeria Sala Nelson Perreira (Niterói) e Do que me contaram, ao que sonhei na Galeria Centro de Artes (Niterói). Participou do SOLAR +10 na SP Arte. Sua obras integram coleções particulares brasileiras e internacionais.

Anna Livia Taborda Monahan (n. 1997, Nova York, Estados Unidos) formou-se em Pintura pela EBA-UFRJ em 2021. Estudou gravura e cerâmica em ateliers independentes e integrou, de 2016 a 2021, o grupo de desenho e pintura do Atelier Oruniyá. Seu trabalho investiga o encontro entre a ordem humana e a natureza caótica, combinando pintura a óleo e guache com elementos escultóricos. As cenas mostram criaturas em suspensão, como se à espera de um acontecimento, em paisagens naturais ou urbanas subdivididas em camadas. O uso do sgraffito conecta pintura e relevo, revelando cores vibrantes e terrosas sobre fundos de gesso pigmentado. Vive e trabalha em seu ateliê no Rio de Janeiro, onde aprofunda pesquisas entre estudos científicos, referências do pré-renascimento, surrealismo e paisagens que emergem de suas vivências e do subconsciente. Sua primeira exposição individual, Avifauna Imaginária (Espaço Sérgio Porto, 2024), foi seguida por importantes coletivas, como o 31 MAJ (Sesc Ribeirão Preto), o pocket show Babirrussa (RJ) e a mostra Remanso (Casa Iramaia, SP).

Yaka Huni Kuin (n. 1996, Jordão, Acre, Brasil) é artista e aprendiz da floresta, nascida na Aldeia Chico Curumim, no Rio Jordão, Acre, Brasil. É parte do MAHKU (Movimento dos Artistas Huni Kuin), fundado por Ibã Sales Huni Kuin, de quem é filha. O MAHKU traduz em imagens os cantos e mitos Huni Kuin, utilizando a pintura como tecnologia de comunicação entre os mundos indígena e não indígena. Yaka é uma importante articuladora artística e social de sua comunidade e uma das fundadoras do coletivo Kayatibu, ponto de cultura que reúne jovens Huni Kuin em torno da preservação de sua cultura através da música, dança e mitos. Co-fundadora do Centro de Cultura Kayatibu e minhas obras estiveram recentemente expostas na exposição “Moquém_Surarî: arte indígena contemporânea” no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM). Já fiz parte das exposições “Les Vivans” na Fundação Cartier, França, e da 35a Bienal de São Paulo “Coreografias do Impossível”.

Julia Gallo (n. 1997, Rio de Janeiro, Brasil) é artista visual, vive e trabalha em São Paulo. Seus trabalhos têm por procedimento central o desenho, seja como carvão riscando a tela, tesoura cortando papel ou mesmo sombras translúcidas projetadas no espaço. Gallo cria anatomias ficcionais que dão forma a estados de ânimo específicos, dissolvendo a suposta dicotomia entre corpo e alma. Em seus trabalhos, criaturas indizíveis e gestos indecifráveis são vistos em cenas densas e inflamadas, cuja sensação provoca, simultaneamente, sensações familiares e mistérios vitais. A prática de Gallo é marcada por uma investigação contínua sobre o diálogo entre força e vulnerabilidade. Seus trabalhos revelam texturas que oscilam entre a densidade da matéria e a leveza do gesto, transformando-se em uma narrativa visceral. Com referências a tragédias clássicas e simbologias bíblicas, suas obras habitam o limiar entre o efêmero e o eterno, envolvendo o espectador em uma experiência psicológica profunda. Entre suas exposições recentes estão: “Aguardente”, no Paço das Artes, São Paulo, Brasil (2024); “A noite dos clarões: ecos do surrealismo e outras cosmologias”, na Flexa Galeria, Rio de Janeiro, Brasil (2024); “Essen”, na Galerie Gruppe Motto, Hamburgo, Alemanha (2024); “VRUMMM”, na Galeria Millan, São Paulo, Brasil (2024); “Do desenho”, no Centro Cultural dos Correios, Rio de Janeiro, Brasil (2024); “Gestos de amor, práticas de sedução”, na Galeria Almeida & Dale, São Paulo, Brasil (2024); “Artista de artista”, na Galeria Luisa Strina, São Paulo, Brasil (2023); e “Here becomes elsewhere”, no Fabrica Research Centre, Treviso, Itália (2023).

Mayra Carvalho (n. 1997, Baixada Fluminense, Brasil) é artista visual e pesquisadora contracolonial. Seu trabalho investiga a força e as confluências dos rios flutuantes como transmissores de mensagens, atravessando memórias, cosmopercepções coletivas e o encontro de saberes. A artista reflete sobre como os ritmos naturais, os ritos e os fluxos dos ventos, rios e terras se entrelaçam às forças dos saberes espirituais de sua etnia, que a orientam e a guiam. Participou dos programas Formação e Deformação, da EAV Parque Lage (Rio de Janeiro, 2021), e Pista, Ritmo, Fluxo, da Elã Escola Livre de Artes, no Galpão Bela Maré (Rio de Janeiro, 2023). Entre suas exposições, destacam-se Todo se Mueve, no Museo de Antioquia (Medellín, Colômbia); Fazer com pensar junto, no Centro Cultural Banco dos Correios (Rio de Janeiro); Insurgências e o contraponto do longe, no Centro Cultural Bienal das Amazônias (Belém do Pará); e Nature must go, you must stay, no Recinto / La Clínica (Oaxaca, México). Suas obras integram os acervos do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e do Museu Histórico Nacional.

Caio Pacela (n.1985, Espírito Santo do Pinhal, Brasil) é bacharel em Pintura (UFRJ), frequentou cursos livres na EAV Parque Lage. Por meio da pintura e desenho, com forte influência da fotografia, a obra de Pacela se distingue por sua aproximação e aprofundamento no tema da espiritualidade e suas ramificações (fé, crença, identidade, culto, oferenda e transcendência), especialmente sob a perspectiva de sua experiência pessoal. Ao eleger a espiritualidade como campo de experimentação encontra nela caminhos para o desdobramento de sua poética ao observar sua ação no corpo e no espaço que o cerca. Entre o místico e o terreno, sua obra traz também à tona questões de simbiose entre os sujeitos individual e coletivo, seus relacionamentos de subversão e interferência recíprocas com ênfase no caráter espiritual, intuitivo e subjetivo das relações humanas e sua postura ante a ideia do eterno, do sagrado e do divino. O artista apresentou exposições individuais recentes como o artista fraco (2025) na Janaina Torres Galeria, em São Paulo, e CONSAGRAÇÃO (2022) na Casa Bicho, no Rio de Janeiro. Entre suas participações em exposições coletivas, destacam-se Prata, Papel, Tesoura (2025) na Janaina Torres Galeria, São Paulo; Do Desenho (2024) no Centro Cultural Correios e Apocalipse (2024) na Casa França Brasil, ambas no Rio de Janeiro; Entes (2024) na Janaina Torres Galeria, São Paulo; Coração na mão (2023) na Galerie SALON H, em Paris; Vocês, Verão (2023) na Martha Pagy Escritório de Arte, Rio de Janeiro; ID (2022) na Z42Arte, Rio de Janeiro; NaZanza (2019) na Villa Aymoré, Rio de Janeiro; e Empresta-me Um Dos Seus Dias (2019) na Arte Londrina 7, em Londrina. Sua produção também foi registrada em publicações como Nossa Voz (#1025, 2026) e Revista ZUM (#27, 2024). O artista participou da residência do MECA Instituto e foi indicado ao Sauer Art Prize SP-Arte 2025. Seu trabalho integra importantes coleções, como a Pinacoteca do Estado de São Paulo.


SERVIÇO
Exposição: Mistério das Coisas Vivas
Obras de: Anna Livia Taborda Moynahan, Ana V. Lopes, Yaka Huni Kuin, Julia Gallo, Mayra Carvalho e Caio Pacela
Texto de apresentação: Catarina Duncan (curadora convidada), além de Denilson Baniwa e Danniel Tostes (mentores do Programa de Residência) e de Bianca Bernardo (Instituto MECA)
Período Expositivo: 20 de junho a 23 de agosto de 2026
Local: Mezanino - MAC Niterói
Endereço: Mirante da Boa Viagem, s/nº - Boa Viagem - Niterói - RJ
Horário de visitação: Terça a domingo, das 10h às 18h (entrada permitida até 17h30)
Classificação indicativa: Livre
Site: https://visite.museus.gov.br/instituicoes/museu-de-arte-contemporanea-mac-niteroi/

Ingressos
Inteira: R$20
Meia-entrada: R$10 (pessoas com mais de 60 anos, estudantes de escolas particulares e universidades, ID Jovem)

Gratuidades: Crianças menores de 7 anos, estudantes da rede pública (ensino fundamental e médio), moradores e naturais de Niterói, servidores públicos municipais de Niterói, pessoas com deficiência, visitantes que chegarem ao museu de bicicleta.

Entrada gratuita para todos às quartas-feiras.
Bilheteria: Venda exclusivamente presencial, pagamento apenas em dinheiro.

Observações: Não é permitido circular no museu com comida, bebida, bolsas e mochilas de porte médio ou malas. Há guarda-volumes gratuito, sujeito à lotação.


MUSEU DO AMANHÃ ABRE INSCRIÇÕES PARA O SIMBIOSES — INTERCÂMBIO DE INVERNO 2026

 Segunda etapa do programa formativo transforma reflexões sobre o elemento fogo através de protótipos entre arte, ciência e sociedade

 

Rio de Janeiro, 12 de junho de 2026 – O Museu do Amanhã abre inscrições para o Simbioses — Intercâmbio de Inverno 2026, segunda etapa do programa formativo que integra o ciclo curatorial da instituição e reúne jovens pensadores e criadores em uma experiência intensiva de experimentação e desenvolvimento de projetos. As inscrições são gratuitas e estarão abertas a partir de 12 de junho.

 

Parte integrante do ciclo curatorial do Museu do Amanhã, o Simbioses é um intercâmbio intensivo dividido em três núcleos complementares — teoria, prototipagem e seminário — voltado para participantes entre 25 e 35 anos com atuação em áreas como design, programação, artes, arquitetura, engenharia e campos afins. O programa busca promover trocas interdisciplinares e estimular a criação de ideias capazes de conectar arte, ciência, tecnologia e sociedade através de formações temáticas.

 

Após o primeiro movimento, realizado durante o verão e dedicado a debates críticos e à construção de referências conceituais, o Intercâmbio de Inverno marca a etapa de prototipagem do projeto. Entre os dias 17 e 31 de julho, os participantes se reunirão presencialmente no Museu do Amanhã para aprofundar o diálogo entre saberes acadêmicos, experiências comunitárias e práticas artísticas, promovendo um processo de criação verdadeiramente coletivo e plural.

Ao longo de duas semanas de atividades intensivas, os participantes terão acesso a um ambiente de formação e criação colaborativa voltado ao desenvolvimento de ideias, metodologias e linguagens experimentais. O objetivo é transformar reflexões produzidas na etapa teórica em experiências concretas capazes de estimular novas formas de imaginar e construir futuros.

 

O Simbioses prevê ainda um terceiro momento no fim do ano: o Seminário, encontro que reunirá pesquisadores, criadores e público para aprofundar os debates conceituais mobilizados ao longo do processo. Como resultado do programa, será produzido o caderno de estudos “Escritas sobre o Fogo”, publicação que reunirá reflexões e registros desenvolvidos durante os intercâmbios.

 

As atividades são gratuitas e os participantes selecionados receberão certificado de conclusão. O programa contará com recursos de acessibilidade em Libras mediante inscrição de pessoas surdas.

 

SERVIÇO

Simbioses — Intercâmbio de Inverno 2026

Inscrições: a partir de 12 de junho de 2026

Forma de inscrição:

Link

 

Período de realização:

18 a 31 de julho de 2026
 

Local:

Observatório do Museu do Amanhã

Praça Mauá, 1 – Centro, Rio de Janeiro

 

Público-alvo:

Jovens pensadores e criadores entre 25 e 35 anos, com atuação em áreas como design de produto, programação, artes, arquitetura, engenharia e áreas afins.

 

Participação:

Gratuita

 

Acessibilidade:

Libras, mediante inscrição de pessoas surdas.

Atividade fechada ao público, destinada aos participantes selecionados mediante processo de inscrição.

quinta-feira, 11 de junho de 2026

Odair José apresenta clássicos na Casa Natura Musical após exibição do documentário "Vou Tirar Você Deste Lugar"

 

Show e sessão compõem a programação do Festival In-Edit Brasil e acontecem no dia 18 de junho na casa de shows localizada em Pinheiros

 

Odair José - Créditos: Divulgação



São Paulo, junho de 2026 – Odair José é um dos maiores ícones da música popular brasileira, retratando em suas músicas o cotidiano do Brasil profundo e gerando ampla identificação do público. Com 57 anos de carreira, é um dos artistas que mais vendeu discos no país, com álbuns lançados desde os anos 1970, sendo o mais recente de 2024. Compondo a programação do Festival In-Edit – Festival Internacional do Documentário Musical –, Odair José revisita seus maiores clássicos em um show que acontece após a exibição do documentário Vou Tirar Você Deste Lugar” (2025), de Dandara Ferreira, na Casa Natura Musical no dia 18 de junho, quinta-feira, com início da sessão às 19h. Os ingressos já estão à venda.

 

O documentário “Vou Tirar Você Deste Lugar”, dirigido pela cineasta baiana Dandara Ferreira (“Meu nome é Gal”, 2023; e “O nome dela é Gal”, 2017), mergulha na trajetória de Odair José, revisitando sua obra e sua importância a partir de temas como amor, desejo, religiosidade, moralidade e marginalidade social. A produção mistura imagens de arquivo, bastidores e depoimentos para reconstruir a trajetória do artista, frequentemente associado ao chamado “brega”, mas hoje reconhecido como um dos compositores mais originais da música brasileira. O filme foi exibido no Festival do Rio e na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, além de conquistar o prêmio principal do festival Olhar de Cinema (Festival Internacional de Curitiba). Agora, no In-Edit, faz parte da categoria “Mostra Brasil”.

 

Para o show o público pode esperar um repertório que reúne grandes clássicos, como “Eu Vou Tirar Você Desse Lugar”, “Cadê Você”,  “Uma Vida Só – Pare de Tomar a Pílula”, “Eu, ‘Você e a Praça”, entre outros, além das novas composições.

 

 

SERVIÇO

Odair José no In-Edit na Casa Natura Musical

Data: 18.06 - quinta-feira

Horário:

Abertura da Casa: 18h30

Projeção do filme: 19h (250 lugares)

Duração do filme: 84’

Show: 21h30

Classificação: 18 anos

Ingressos disponíveis pelo Sympla

Valores: de R$35,00 a R$220,00

CASA NATURA MUSICAL

Rua Artur de Azevedo, 2134, Pinheiros, São Paulo

(a 300 metros da estação de metrô Faria Lima da linha 4 - Amarela)

www.casanaturamusical.com.br

segunda-feira, 8 de junho de 2026

Exibido em Veneza, ‘O Cinema de Godard’ estreia no Curta! com riqueza da vida e da obra do cineasta




Ao falar de cinema francês, o primeiro nome que vem à mente é Jean-Luc Godard. O documentário biográfico “O Cinema de Godard”, que estreia com exclusividade no Curta!, detalha a carreira do cineasta, como suas obras foram influenciadas por acontecimentos de sua vida e como ele se tornou um dos principais cronistas do seu tempo. O filme está disponível no CurtaOn – Clube de Documentários.
 

Em duas partes, a produção da ARTE France, dirigida por Cyril Leuthy, mescla cenas de alguns de seus principais filmes com trechos de entrevistas recuperadas do diretor e depoimentos inéditos de críticos, pesquisadores e artistas que trabalharam com ele. A primeira parte, “O Revolucionário da Nouvelle Vague", mostra como ele se tornou um catalizador do espírito de sua época. Já a segunda, “Um Cineasta Ensaísta”, traz um olhar sobre sua fase posterior, em que a experimentação se aprofunda em um cinema mais ensaístico e filosófico.
 

“Foi um momento fundamental que mudou a sociedade, mudou o mundo. Tudo era novo. O cinema, que era filho do teatro e do romance tradicional, se tornou uma arte no mesmo nível de outras artes. Isso se deve a Jean-Luc, afinal ele é a Nouvelle Vague”, resume Macha Méril, que foi dirigida pelo cineasta em “Uma Mulher Casada” (1964).
 

Célebre por filmes como “O Acossado” (1960), “O Desprezo” (1963) e “A Chinesa” (1967), Godard rompeu com convenções do cinema tradicional assim como sua vida quebrou expectativas. Nascido em família convencional, chocou ao optar pelo caminho das artes, e ainda uma manifestação cultural ainda desprezada e desqualificada.
 

“O que sempre me incomodou era que a classe mais educada e inteligente ainda não aceitava o cinema como arte”, relembra em entrevista resgatada no documentário.
 

Ao apresentar o homem por trás da lenda, a primeira parte do filme, exibido no Festival de Veneza, debate suas revoltas, ideais, romances e contradições. Em seus filmes, que trouxeram uma nova estética e estilos revolucionários, abordava temas como liberdades individuais e a pílula anticoncepcional, enquanto era acusado de incoerências no cotidiano.
 

“Sua saída do armário na política foi em “A Chinesa”, ao menos para nós. Há uma coisa totalmente inexplicável. Você é contra o capitalismo, tudo bem. Você também se posiciona contra o regime autoritário da França de De Gaulle. Mas aí você toma como alternativa a esses modelos a Revolução Cultural”, avalia o líder estudantil e ex-parlamentar Daniel Cohn Bendit.
 

“O Cinema de Godard” é uma produção da ARTE FRANCE. O filme pode ser visto no CurtaOn – Clube de Documentários, disponível no Prime Video Channels, da Amazon, na Claro tv+ e no site oficial (CurtaOn.com.br). A estreia no Curta! é no dia temático Quartas de Cena & Cinema, 10 de junho, às 22h30.


 

Diretora é a sétima convidada da segunda temporada da série original (Crédito:Divulgação/Curta!)

 

Anna Muylaert reflete sobre sua obra-prima ‘Que Horas Ela Volta’ dez anos depois, em episódio inédito de ‘Cineastas’
 

Poucas produções nacionais contemporâneas tiveram tanto impacto no público e na crítica, e conseguiram captar o espírito de uma época como “Que Horas Ela Volta” (2015). Uma década depois, Anna Muylaert analisa sua obra-prima e sua carreira no sétimo e inédito episódio da segunda temporada de “Cineastas”, que estreia com exclusividade no Curta!. A série está disponível no CurtaOn – Clube de Documentários.
 

A produção foi viabilizada pelo Curta! através do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). Os dez episódios da segunda temporada, com direção de Hermes Leal, revelam o processo criativo de grandes diretores do cinema nacional, que compartilham suas influências, ideias e informações sobre as etapas de produção e filmagem.
 

A diretora revela que o projeto do longa foi alterado algumas vezes, para contar da forma adequada as contradições sociais, educacionais e econômicas do país.
 

“Na primeira versão dessa história, a Jéssica vinha para São Paulo e sofria, não se dava bem. A partir de um ponto que a história do Brasil foi se alterando, eu fui entendendo que eu não queria mais que a filha da empregada se desse mal, queria que abrisse portas”, conta Anna, sobre a personagem vivida por Camila Márdila.
 

“Que Horas Ela Volta” foi premiado em festivais internacionais como Berlim e Sundance, além do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Foi eleito pela Abraccine como um dos 100 filmes brasileiros essenciais e incluído nos rankings feitos pelos jornais O Globo e Folha de São Paulo sobre as melhores produções brasileiras do século XXI.
 

“A gente teve um trabalho de entender aquelas relações pela perspectiva dos personagens e entender o que elas significam nas alegorias que elas representam também nas metáforas do nosso país”, recorda a atriz Karine Teles.

Cinéfila assumida, Anna ajudou a criar algumas das histórias mais marcantes, divertidas e, claro, misteriosas de muitas crianças do país. Após experiência como crítica de cinema, iniciou sua trajetória roteirizando as séries “No Mundo da Lua” (1991), e “Castelo Rá-Tim-Bum (1994), da TV Cultura. Seu primeiro longa como diretora foi “Durval Discos” (2002), vencedor de sete prêmios no Festival de Gramado.
 

“Para mim, é um dos filmes mais criativos já feitos no país. A gente assiste ao filme com imenso prazer. Tem uma sequência deslumbrante de uma carroça que é um dos momentos mais lindos, um momento de antologia do cinema brasileiro”, avalia a crítica de cinema Maria do Rosário Caetano.
 

Para Maria do Rosário, Anna, que também dirigiu longas como “É Proibido Fumar” (2009) e “Chamada a Cobrar” (2012), tem o mérito de fazer filmes que se comuniquem com o público. A segunda temporada da série conta com mais de 70 entrevistados, entre os próprios diretores, atores e críticos de cinema. Além de Anna Muylaert, os episódios são com Lírio Ferreira, Kleber Mendonça Filho, Gabriel Mascaro, Julio Bressane, Jeferson De, Andrucha Waddington, Sandra Kogut, Laís Bodanzky e João Batista de Andrade.
 

“Cineastas – 2ª Temporada” é uma produção da HL Filmes, viabilizada pelo Curta! através do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). A série completa pode ser vista no CurtaOn – Clube de Documentários, disponível no Prime Video Channels, da Amazon, na Claro tv+ e no site oficial (CurtaOn.com.br). A estreia no Curta! é no dia temático Quartas de Cena & Cinema, 10 de junho, às 21h30.
 

Segundas da Música – 08/06

21h50 - Meu Amigo Fela (Documentário)

Uma nova perspectiva sobre o músico nigeriano Fela Kuti, a fim de contrapor a narrativa mais frequentemente retratada: como um excêntrico ídolo pop africano do gueto. No filme a complexidade da vida de Fela é desvendada através dos olhos e conversas de seu amigo íntimo e biógrafo oficial, o africano-cubano Carlos Moore. Direção: Joel Zito Araújo Duração: 94 min Classificação: A14 anos Horários Alternativos: terça-feira, dia 9, às 01h50 e às 15h50; quarta-feira, dia 10, às 09h50; sábado, dia 13, às 21h15; domingo, dia 14, às 14h45; segunda-feira, dia 15, às 01h30

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Terças das Artes – 09/06

18h30 - Fluxo Azul: Flores que Salvam Águas (Documentário) - INÉDITO E EXCLUSIVO

A Mata Atlântica é uma das florestas mais ricas em biodiversidade do planeta. É lá, mais precisamente em Nazaré Paulista, que conhecemos o Sítio Primavera. Neta e filha de agricultores, Eloísa Pinheiro transformou o modelo de produção da propriedade, passando do cultivo convencional para uma agricultura mais natural, ao implantar um sistema agroecológico integrado ao plantio de flores. Direção: Adriana Miranda Duração: 26 min Classificação: A10 anos Horários alternativos: quarta-feira, dia 10, às 04h30 e às 12h30; quinta-feira, dia 11, às 06h30; sábado, dia 13, às 08h; domingo, dia 14, às 04h

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Quartas de Cena e Cinema – 10/06

21h - Grandes Cenas - 3ª Temporada: Sem Asas (Documentário) - INÉDITO E EXCLUSIVO

A diretora Renata Martins comenta a construção da cena do tiro em Sem Asas, ponto máximo de tensão do filme. O episódio aborda como esse momento concentra o conflito central da narrativa, ao expor a violência policial e o impacto dela sobre o futuro do protagonista, tensionando desejo e sobrevivência. Direção: Ana Luiza Azevedo, Vicente Moreno Duração: 30 min Classificação: A10 anos Horários alternativos: quinta-feira, dia 11, às 01h e às 15h00; sexta-feira, dia 12, às 09h; sábado, dia 13, às 19h30; domingo, dia 14, às 12h

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21h30 - Cineastas - 2ª Temporada: Anna Muylaert (Documentário) - INÉDITO E EXCLUSIVO

O episódio revela o processo criativo de Anna Muylaert, que iniciou sua carreira como roteirista dos programas “No Mundo da Lua” e “Castelo Rá-Tim-Bum”, da TV Cultura, e migrou para o cinema de ficção com “Durval Discos”. Muylaert ganhou reconhecimento internacional com o sucesso de “Que Horas Ela Volta?” e dirigiu ainda "É Proibido Fumar" e "Mãe Só Há Uma", entre outros. Direção: Hermes Leal Duração: 45 min Classificação: A10 anos Horários alternativos: quinta-feira, dia 11, às 01h30 e às 15h30; sexta-feira, dia 12, às 09h30; sábado, dia 13, às 12h; domingo, dia 14, às 18h

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22h20 - O Cinema de Godard (Documentário) Primeira Parte: O Revolucionário da Nouvelle Vague - INÉDITO E EXCLUSIVO

Uma investigação do início da carreira disruptiva de Jean-Luc Godard, destacando seu papel na redefinição do cinema por meio da Nouvelle Vague. Aborda sua narrativa radical, seu despertar político e o desafio às formas tradicionais da linguagem cinematográfica. Direção: Cyril Leuthy Duração: 50 min Classificação: A 10 anos Horários alternativos: quinta-feira, dia 11, às 02h20 e às 16h20; sexta-feira, dia 12, às 10h20; sábado, dia 13, às 15h45; domingo, dia 14, às 21h45

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Quintas do Pensamento – 11/06

21h30 - Em Busca de Simone de Beauvoir (Documentário)

Publicado em 1949, “O Segundo Sexo” da filósofa Simone de Beauvoir tornou-se a bíblia do feminismo global. Uma obra essencial que defende fervorosamente a igualdade de gênero, a independência das mulheres e a libertação das normas sociais. Hoje, como essa obra fundamental continua a ressoar em nosso mundo contemporâneo? Direção: Nathalie Masduraud, Valérie Urréa Duração: 52 min Classificação: A10 anos Horários alternativos: sexta-feira, dia 12, às 01h30 e às 15h30; sábado, dia 13, às 23h00; domingo, dia 14, às 16h30; segunda-feira, dia 15, às 09h30

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Sextas de História & Sociedade – 12/06

20h30 - Explodindo o Passado - Reflexões no Presente: Colonialismo - O Legado da Guerra da Argélia (Documentário) - INÉDITO E EXCLUSIVO

A França ou sua ex-colônia Argélia – quem carrega a responsabilidade pelo fato de que as relações bilaterais ainda estão tensas pela era colonial e pela guerra de independência? De acordo com uma visão, a França se recusa a aceitar sua responsabilidade. Outros alegam que a Argélia está explorando o passado para desviar a atenção de problemas políticos internos. Direção: Felicitas Sonvilla Duração: 22 min Classificação: A10 anos Horários alternativos: sábado, dia 13, às 00h30 e às 9h30; domingo, dia 14, às 17h30; segunda-feira, dia 15, às 14h30; terça-feira, dia 16, às 08h30

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Sábado – 13/04

19h55 - “A Escrita Delas” (Documentário)

O documentário investiga a autoria feminina na literatura, questionando se a escrita pode ser definida pelo gênero do autor. Através de entrevistas com escritoras renomadas, o filme explora diferentes perspectivas sobre o tema, oferecendo uma reflexão profunda sobre a influência do gênero na literatura e celebrando o legado das mulheres na arte da escrita. Direção: Vanessa de Araújo Souza Duração: 70 min Classificação: A 10 anos

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Domingo – 14/06

23h– “Guerra Fria: O Poder da Animação” (Documentário)

Com a derrota da Alemanha nazista, o comunismo e o capitalismo se enfrentaram em uma batalha impiedosa. A URSS e os Estados Unidos procuraram moldar a imaginação das crianças por meio de suas revistas em quadrinhos e filmes de animação. O comunismo entrou em colapso com a queda do Muro de Berlim, e o capitalismo foi encarregado de decidir o futuro do mundo. Teria essa vitória sido preparada desde a infância? Direção: Joel Farges Duração: 52 min Classificação: 10 anos

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Grupo Curta!

• O canal Curta!, linear, está presente nas residências de mais de 5 milhões de assinantes de TV paga e pode ser visto nos canais 556 da Claro tv, 75 da Oi TV e 664 da Vivo Fibra; além de em operadoras associadas à NEO.
 

• O CurtaOn - Clube de Documentários do Curta!, disponível no Prime Video Channels, na Claro tv+ e no site da plataforma, conta com centenas de filmes e episódios de séries documentais organizadas por temas de interesse sobre cultura e humanidades. Há também pastas especiais com novidades -- que estreiam a cada mês --, conteúdos originais, inéditos e exclusivos, biografias, além de uma degustação para quem ainda não é assinante do serviço. A assinatura tem o valor de R$ 14,90/mês.
 

• O BrasilianaTV é o streaming do Curta! distribuído sem custo adicional aos assinantes da Claro tv+. O serviço oferece uma ampla gama de filmes brasileiros, de ficções a documentários, desde os clássicos do nosso cinema até produções contemporâneas. Além disso, disponibiliza séries sobre bastidores da sétima arte e cultura brasileira.
 

• O Porta Curtas, primeiro e maior site de catalogação e exibição de curtas-metragens do Brasil, tem em seu acervo desde clássicos do cinema nacional a obras recentes que se destacaram em festivais. Para ter acesso ao catálogo, basta assinar o plano através do site oficial Porta Curtas no valor de R$ 6,90/mês. Assinantes Claro tv+ têm acesso gratuito a todo o acervo.
 

• O CurtaEducação, plataforma de streaming que une educação e entretenimento para promover ciência e cultura por meio do audiovisual. No site, as obras são classificadas por disciplinas e etapas de ensino, e são acompanhadas por ferramentas pedagógicas e materiais didáticos complementares.
 

• A Curta! Cine-Distribuidora visa impulsionar a produção nacional de longas-metragens oferecendo apoio estratégico diferenciado a projetos de ficção e documentário para o público adulto.

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