segunda-feira, 2 de maio de 2011
Show de lançamento do CD Behind The Truth
Além da apresentação das 12 faixas autorais do CD dos Cleaners, a noite contará com discotecagem do DJ Cesinha & Rockscene e do coletivo Vira Cinco Acaba Dez.
Serviço
Show de estréia do CD Behind The Truth, da banda The Cleaners
Data e hora: Dia 7/5/2011 das 22h30 às 4h
Ingressos: R$ 30 (dos quais R$ 25 consumíveis no bar)
Local: Clube Berlin – R. Cônego Vicente Miguel Marino 85 - Barra Funda – SP – Fone 11. 3392-4594
Sai os ganhadores do Concurso Bidu Sayão
Ludmilla Bauerfeldt e David Salsbery Fly foram os grandes vencedores do 9º Concurso de Canto Bidu Sayão
A soprano e o baixo levaram os primeiros lugares nas categorias Feminino
e Masculino, as premiações máximas do concurso.
A soprano Ludmilla Bauerfeldt, 27 anos, e o baixo David Salsbery Fly, 35 anos, conquistaram o prêmio máximo no 9º Concurso Internacional de Canto Bidu Sayão, a principal e mais importante competição de Canto Lírico do país e da América Latina, na última quarta-feira, dia 27, no Grande Teatro do Palácio das Artes em Belo Horizonte. Ela ganhou o primeiro lugar feminino e ele, o masculino.
Ludmilla e David foram acompanhados, no Concerto de Premiação e Encerramento pela Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, sob a regência do Maestro Marcelo Ramos, que veio dos Estados Unidos especialmente para o evento.
Os ganhadores da noite foram:
| Primeiro Prêmio Feminino Ludmilla Bauerfeldt (Rio de Janeiro) | Primeiro Prêmio Masculino David Salsbery Fry (Estados Unidos) |
| Segundo Prêmio Feminino Lys Nardoto (Brasília) | Segundo Prêmio Masculino Gilberto Chaves (São Paulo) |
| Terceiro Prêmio Feminino Ana Lúcia Benedetti (São Paulo) | Terceiro Prêmio Masculino Francis Padilha (Campo Grande) |
| Melhor Intérprete de Ária de Ópera Feminino Tatiana Vanderlei (São José dos Campos) | Melhor Intérprete de Ária de Ópera Masculino David Salsbery Fry (Estados Unidos) |
| Prêmio Júri Popular Feminino Fabíola Protzner (Belo Horizonte) | Prêmio Júri Popular Masculino Francis Padilha (Campo Grande) |
| Revelação Fabíola Protzner (Belo Horizonte) | Estímulo Wagner Moreira (Belo Horizonte) |
Ludmilla e David foram selecionados entre centenas de cantores brasileiros e do exterior. Além de agradar ao júri, eles encantaram o público e durante suas apresentações foram amplamente aplaudida. Foram avaliados por um júri especializado, formado por profissionais de renome da área da música e do canto eruditos, presidido pelo maestro Luis Gustavo Petri, Diretor Artístico e Regente titular da Orquestra Sinfônica de Santos. O júri foi composto pelo Maestro e Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal de São Paulo, Abel Rocha; o Maestro e diretor de Produção Artístico do Teatro Colón da Argentina, Ernesto Gantzer; o Professor José Carlos Xavier do Conservatório Nacional de Portugal, pelo Maestro e Assessor Artístico Luis Aguiar do Palácio das Artes de Belo Horizonte; pelo Maestro Nicola Massimo Biscardi de Roma (Itália); Maestro e diretor artístico da Orquestra Sinfônica do Theatro São Pedro (SP), Roberto Duarte; e pela Professora e Pianista Sandra Almeida de Belo Horizonte.
Ludmilla nasceu na cidade do Rio de Janeiro (RJ) e reside em Niterói (RJ). Estuda técnica vocal e repertório no Conservatório Brasileiro de Música do Rio de Janeiro, sob a orientação de Sergio Lavor e cursa o técnico de canto na Escola Espaço das Músicas de Niterói, na classe da professora Heloíza Fidalgo. É solista permanente do Coro Lírico do Espaço das Músicas de Niterói. É orientada pelo professor Sergio Lavor.
David é baixo barítono nasceu na Harisburg PA (USA) e vive em New York NY (USA). Bacharel em música pela The Johns Hapkins University of Maryland, graduado em voz pela Juilliard School. Foi semifinista e finalista em vários concursos nacionais e internacionais. Possui um repertório amplo desenvolvido em várias companhias americanas e em Israel. É orientado pelo professor W. Stephen Smith.
Sobre o Concurso
Criado em 1999 por Cleber Papa e Rosana Caramaschi, o concurso homenageia a artista brasileira Bidu Sayão, grande estrela do canto lírico brasileiro e uma das grandes cantoras do século XX, que foi a parceira favorita de Villa-Lobos por 38 anos e por mais de uma década foi a principal soprano do Metropolitan Opera House de New York. Dona de uma voz límpida e delicada, Bidu iniciou sua carreira aos 18 anos no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Em 1957, com 54 anos, encerrou sua carreira artística, embora ainda estivesse em perfeita forma. Morreu aos 96 anos em 1999 no Estado do Maine, nos Estados Unidos, onde viveu a maior parte de sua vida.
O 9º Concurso Internacional de Canto Bidu Sayão é uma realização da São Paulo ImagemData com o apoio da Casa da Ópera Conta com o patrocínio da CEMIG e o apoio do Governo do Estado de Minas Gerais, através da Secretaria da Cultura, da Fundação Clóvis Salgado e do Ministério da Cultura, por meio da Lei de Incentivo à Cultura.
Neste ano, 136 cantores se inscreveram no Concurso, 57 foram selecionados para as eliminatórias e 29 participantes passaram para a fase de semifinais. Nas nove edições, ao todo, foram realizadas 1.200 inscrições para participação no concurso e até esta edição foram premiados 80 cantores e revelados nomes, como: Gabriella Pace, Rodolfo Giugliani, Carmen Monarcha, Thiago Arancan, Denise de Freitas entre outros.
Informações: www.bidusayao.com.br
ECONOMIA CRIATIVA
Horário: 19h30
Local: Auditório ESPM (R. Dr. Álvaro Alvim, 123)
Inscrições: abedesign@abedesign.com.br.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Introdução ao Materialismo Histórico
quinta-feira, 17 de março de 2011
11ª Rodada de Negócios da Moda Pernambucana movimenta turismo de negócios no Pólo do Agreste
sábado, 5 de março de 2011
Estreia temporada 2011 da Mostra de Cinema na Cultura
Leon Cakoff e Renata de Almeida apresentam nova safra de inéditos no programa da TV Cultura, que chega com um pacote de filmes premiados a partir de 9 de março. O primeiro é uma produção aplaudida em Cannes, Como festejei o fim do mundo
São Paulo, 4 de março de 2011 – Kedma, Exílios, Persépolis, O escorpião de jade, Grindhouse, Império dos sonhos, O escafandro e a borboleta. A temporada 2011 da Mostra Internacional de Cinema da Cultura, que estreia na próxima quarta-feira (9/3) às 22h, promete. A atração dá, assim, seguimento à sua proposta, que é importar para a televisão aberta uma intensa programação de filmes aprovados pela crítica e chancelados pelo festival cinematográfico homônimo.
O projeto e o formato continuam os mesmos, com os apresentadores e curadores Leon Cakoff e Renata de Almeida discutindo os filmes com um convidado nos minutos iniciais do programa.
O que muda, além da nova – e quente - relação de títulos, é a lista de entrevistados. Esta edição abre espaço para profissionais de áreas não necessariamente ligadas à arte, mas que se comunicam com a temática do filme sob outro olhar. No bojo há especialista em política internacional, procuradora de Estado e até representante da Associação Brasileira de Defesa da Mulher, da Infância e da Juventude. Mas claro, críticos e cineastas continuam com cadeira cativa. A ideia é dar diversidade interpretativa às exibições.
O longa-metragem que dá início à maratona é Como festejei o fim do mundo (2006). Dirigida por Catalin Mitulescu, critica o poder ditatorial de Nicolae Ceausescu na Romênia sob a perspectiva de dois personagens com trajetórias narrativas diferentes: Lalalilu (Timotei Duma) e sua irmã mais velha, Eva (Doroteea Petre). Enquanto o primeiro se junta aos colegas para fazer travessuras e dar um tom lúdico a todo ambiente que o cerca, Eva enfrenta o autoritarismo do regime ao quebrar, por acidente, o busto do ditador na escola onde estuda. O filme rendeu a Doroteea Petre o prêmio de Melhor Atriz Revelação no Festival de Cannes. Os comentários iniciais ficam por conta de Fabiano Gullane, produtor-executivo da Gullane Filmes.
Além da produção meio romena meio francesa, há, na sequência do mês de março, A Alegria de Emma (11/3), Memória de quem fica (16/3), Pelos meus olhos (18/3), Para sempre Lylia (23/3), Às cinco da tarde (25/3) e Persépolis (30/3).
sábado, 26 de fevereiro de 2011
OBRAS DE TATIANA BLASS NA CAIXA CULTURAL SP
Artista plástica vem chamando a atenção por suas pinturas, esculturas e instalações que mexem com a percepção do observador
A CAIXA Cultural São Paulo inaugura, no dia 19 de março, a exposição de Tatiana Blass, na galeria D. Pedro II, no centro da capital paulista. A mostra, com texto e a curadoria do crítico de arte José Augusto Ribeiro, começa por São Paulo e segue para os espaços da Caixa Cultural em Salvador e Brasília, com acervo que reúne cerca de 14 obras, entre pinturas, tridimensionais e vídeo – parte delas inédita – que compõem um apanhado da produção da artista nos últimos cinco anos. A exposição com entrada gratuita fica aberta para visitação até 1º de maio.
Em comum, os trabalhos pensam as condições da experiência estética, no sentido “forte” de produção de conhecimento, ao negar a possibilidade de consumação do espetáculo e frustrar a expectativa por resultados “eficazes” e instantâneos na relação do sujeito com o trabalho de arte. As peças referem-se a diferentes manifestações do campo da cultura – à música, ao teatro, à literatura, ao circo, além, claro, das artes visuais –, quase sempre por meio de formas fraturadas, fechadas em circuitos ou em dissolução, cada uma no limite de sua respectiva linguagem, à beira da invisibilidade e do silêncio.
A mostra pretende, com este conjunto, apresentar ao público visitante um dos aspectos mais instigantes da obra de Tatiana Blass: justamente a diversidade de meios e suportes, mobilizados numa reflexão crítica sobre a visualidade e a percepção, sobre o poder sugestivo das imagens e a produção de sentido pelo observador.
A produção de Blass singulariza-se por abarcar problemas amplos, ligados à representação – para além daqueles vinculados apenas a especificidades técnicas, seja da pintura, da escultura, da literatura ou da imagem em movimento. E por se arriscar em formalizações que ultrapassam o controle absoluto sobre materiais de que lança mão – seja a tinta acrílica, a parafina, as chapas de latão com resistência elétrica ou os animais empalhados. A mostra exibe peças anteriores da artista e outras inéditas, com o objetivo de oferecer uma visada abrangente da trajetória em curso, inclusive com um encetamento para os próximos passos da produção.
Exposição Tatiana Blass
Abertura para convidados e imprensa: dia 19/03, às 11h
Visita Guiada aberta ao público com Artista e Curador: 20/03 às 17h
Visitação: de 19 de março a 1º de maio de 2011
Horário de visitação: de terça-feira a domingo, das 9h às 21h.
Local: CAIXA Cultural São Paulo (Sé) – Galeria D. Pedro II – Praça da Sé, 111 – Centro – São Paulo (SP)
Informações, agendamento de visitas mediadas e translado (ônibus) para escolas públicas: (11) 3321-4400
Acesso para pessoas com necessidades especiais
Entrada: franca
Recomendação etária: livre
Patrocínio: Caixa Econômica Federal
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Programa Educativo da Bienal leva vídeo-arte à Diadema
A ação Bienal na Cidade, do Educativo permanente da Fundação Bienal de São Paulo, continua a todo vapor. Na segunda-feira, 07 de fevereiro, três trabalhos em vídeo serão projetados em Diadema, no Bar do Zé, na Rua Graciosa, 89, Centro de Diadema. O local é conhecido por ser um reduto de artistas, poetas, músicos, agentes de cultura e articuladores da cidade.
SINOPSE E FICHA TÉCNICA DOS VÍDEOS:
As Seções de um Momento Feliz de Argel (The Algiers Sections of a Happy Moment)
Artista: David Claerbout
País: Bélgica
Tempo: 37’12’’
Produzido: Vídeo HD – Preto e branco
Ano de produção: 2008
A experiência do tempo é um elemento estrutural na obra de Claerbout, veiculada por meio da associação sistemática da imagem instantânea da fotografia com a construção, em vídeo, de narrativas lentas, inertes e sugestivas. The Algiers’ Sections of a Happy Moment apresenta um grupo de jovens alimentando as gaivotas que voam sobre a cobertura de um edifício argelino. É uma animação em que cada fotograma revela diferentes enquadramentos e detalhes, múltiplos pontos de vista de um mesmo instante congelado. Na obra de Claerbout, os sentimentos e pensamentos intuídos comprovam-se apenas na imaginação do espectador, potencializando a emergência de novas histórias e temporalidades. Sunrise documenta o trabalho silencioso e concentrado de uma mulher que, chegando de bicicleta a uma luxuosa casa modernista ainda de madrugada, limpa e arruma os cômodos sem acender luz alguma, enquanto seus patrões dormem. Quando termina seu trabalho e parte pedalando por uma bucólica estrada, despertam os primeiros raios de sol e ouve-se Vocalise, de Rachmaninov, preenchendo o escuro e o silêncio que até então dominavam a narrativa.
Em 1986 Francis Alÿs viajou a trabalho à Cidade do México, onde terminou permanecendo na condição de estrangeiro e desocupado por imposição burocrática. As andanças por essa metrópole e o olhar atento a uma sociedade de regras e padrões desconhecidos criaram as condições para o início da sua atividade artística. O seu trabalho utiliza fotografia, vídeo, escultura, pintura e performance como interações e articulações de seu imaginário com o cotidiano e os eventos da cidade e arredores. Assumindo múltiplos papéis, Alÿs promove e documenta novas fábulas, mitos, boatos e anedotas, como alguém que pesquisa um espaço ao mesmo tempo que o inventa. Em Tornado, Alÿs insere-se, como um desafio, em tempestades de areia e tornados sazonais, que ocorrem no deserto mexicano, investindo numa tarefa aparentemente inútil, desgastante e perigosa. Apresentado em grande projeção e em sala escura, o vídeo combina tomadas curtas, realizadas pelo próprio Francis Alÿs no momento do seu confronto com o tornado, com cenas longas, em que aparece filmado à distância. Não há imagens claras dos momentos em que o artista atinge o interior do tornado nem a conotação de que aquela pequena conquista o satisfaça definitivamente.
Joachim Koester trabalha com a expressividade, a representação e a autoconsciência em filmes e fotografias que lidam com traços de ideias e de atividades do passado com reverberação no presente. Tarantism é um filme mudo e em loop, no qual um grupo de pessoas aparece dançando em movimentos descoordenados e de aparência espasmódica e convulsiva. A tarantela, dança cuja tradição remonta à Grécia Antiga e que é hoje, entre outras formulações folclóricas, uma música e uma dança altamente estilizadas e ritmadas para casais, carrega na sua origem um potencial terapêutico. Segundo um mito italiano apropriado por Koester, a picada de tarântula está associada a sintomas como a náusea, o delírio e a excitação, apenas exorcizáveis por meio da execução compulsiva desta dança. Koester filma um grupo de dançarinos em que cada participante desenvolve, individual e coletivamente, um sem-número de movimentos rápidos, aleatórios, isentos de regras coreográficas, como uma experimentação livre e libertária do próprio corpo. A obra desvia o debate acerca da identidade para o campo vivencial e para a necessidade da reinvenção performática do presente.
sábado, 12 de fevereiro de 2011
FW: Roda Viva - segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011 às 22h00
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| * Edição GRAVADA. Não aceita perguntas. |
Participam como convidados entrevistadores:
Augusto Nunes, jornalista; Paulo Moreira Leite, jornalista, Claudia Collucci, repórter especial do jornal Folha de S. Paulo e mestre em história da ciência pela PUC de São Paulo e Ulisses Capozzoli, editor chefe da Revista Scientific American Brasil.
Apresentação: Marília Gabriela
Você pode assistir on-line acessando o site no horário do programa.
http://www2.tvcultura.com.br/rodaviva
sábado, 5 de fevereiro de 2011
1° Encontro Interdisciplinar de Comunicação Ambiental (EICA)
De 13 a 15 de abril
Na Universidade Federal de Sergipe (UFS)
O 1° Encontro Interdisciplinar de Comunicação Ambiental (EICA), uma iniciativa do Laboratório Interdisciplinar de Comunicação Ambiental (LICA), em parceria com o Programa de Pós-graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente (Prodema-UFS), debaterá o urgente papel da informação, da comunicação e da mídia no enfrentamento dos problemas ambientais contemporâneos, em todas as suas vertentes.
A conferência de abertura será proferida pelo geógrafo Carlos Walter Porto-Gonçalves, pesquisador-doutor do Conselho Latinoamericano de Ciências Sociais (CLACSO), professor da Universidade Federal Fluminense (UFF) e autor de “A globalização da natureza e a natureza da globalização”, pelo qual recebeu o Prêmio Casa de Las Américas (Cuba), em 2008.
No segundo dia, o evento reunirá, em quatro mesas-redondas, 14 especialistas de diferentes áreas de conhecimento vinculados a instituições dos quatro cantos do país, que debaterão temas críticos como:
- Comunicação ambiental de risco: a questão do petróleo;
- Percepções e imagens do meio ambiente na mídia;
- Discursos sobre o desenvolvimento sustentável;
- Ambientalismo, consumismo e marketing verde.
Mais detalhes no blog do LICA: http://licaufs.blogspot.com/
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
CCBB Rio - programação - 08 a 20 de fevereiro
Monicelli – Liberdade e Riso - De 15 de fevereiro a 6 de março
Dono de um estilo narrativo, simples, mas eficaz e funcional,
Monicelli
trabalhou com as principais estrelas do cinema italiano como
Alberto
Sordi, Totò, Sophia Loren e Marcello Mastroianni, entre outros.
Entre
seus filmes estão A Grande Guerra (1959), Leão de Ouro no Festival
de
Veneza, O Incrível Exército de Brancaleone (1966) e Parente É
Serpente
(1992), os dois últimos presentes nesta homenagem onde também se
destaca
Os Companheiros, filme de 1963 que foi censurado no Brasil pela
ditadura.
MÚSICA
Um Outro Olhar Sobre Ele - 8 de fevereiro a 14 de junho
Evento que transita entre a festa e a reflexão, exaltando a juventude
e a
cultura popular do Hip hop, funk, samba e outros ritmos.
Estão
programadas, além das apresentações musicais, palestras,
performances e
desafios.
08 de fevereiro - 12h30 – Performances e intervenções de Bia
(Funk),
artistas sambistas (Samba de Gafieira), João Carlos (O dono do
Corpo),
artista graifteiro, DJ Machintal, MC Slow. 19h – Apresentação
musical
"ART.1"
(Embedded image moved to file: pic11036.jpg)
CINEMA
Luc Moullet, Cinema de Contrabando - De 1º a 20 de fevereiro
Retrospectiva da obra de um dos expoentes do movimento da Nouvelle
Vague,
conhecido por seu cinema bem humorado e de estética inovadora. Nascido
em
Paris em 1937, o cineasta Luc Moullet acumula prêmios conquistados
nos
festivais de Cannes e Berlim.
Cinema Nacional Legendado e Audiodescrito 2011
Projeto regular que exibe todo mês um filme brasileiro com legenda
oculta
(CC) e audiodescrição (AD), dirigida especialmente às pessoas
com
deficiência auditiva e/ou visual. Em fevereiro será exibido O Bem
Amado
(2010, cor, 107min) de Guel Arraes.
12 e 13 de fevereiro – 16h
Sessão Criança
Exibição de filmes para o público infantojuvenil, falados ou dublados
em
português.
Sábados e domingos – 14h
MÚSICA
Com Você Perto de Mim - 3 a 20 de fevereiro
Shows musicais intimistas, com grandes nomes da MPB, que proporcionam
ao
público uma oportunidade de apreciação mais próxima e interativa .
3 a 6 de fevereiro – Emílio Santiago e Humberto Mirabelli.
Quinta a domingo – 20h
Mostra Reflexos – Duos Quase Gêmeos - 15 de fevereiro
Série de apresentações musicais que revela as inúmeras possibilidades
que
dois instrumentos idênticos podem proporcionar à música de
câmera
contemporânea.
Ricardo e Paulo Santoro – Duo Santoro - Teatro II - 12h30 e 19h
EXPOSIÇÃO
Cora Coralina – Coração do Brasil - Até 13 de março
Exposição em homenagem a Cora Coralina, pseudônimo de Ana Lins
dos
Guimarães Peixoto Bretas, poetisa e contista, mulher simples, doceira
de
profissão, que produziu uma obra rica em motivos do cotidiano do
interior
brasileiro, em particular dos becos e ruas históricas de Goiás,
estado
onde nasceu, localizado no coração do Brasil.
O Mundo Mágico de Escher - até 27 de março
A exposição reúne cerca de 90 obras do artista holandês
Mauritius
Cornelis Escher, entre gravuras originais e desenhos, além de um filme
3D
e de instalações que desvendam os efeitos óticos e de espelhamento
que
Escher utilizava em seus trabalhos.
Sala A Contemporânea - Tatiana Blass – Fim de Partida – até 06 de
março
A artista paulistana exibe a instalação inédita Fim de Partida,
inspirada
na peça de teatro de Samuel Beckett. Composta por objetos de cena
em
cera, a obra acontecerá como uma perfomance durante todo o período
da
exposição, sendo que, aos poucos, refletores de luz irão derreter
os
personagens.
TEATRO
A Lua vem da Ásia - até 27 de fevereiro
Adaptação do livro homônimo de Walter Campos de Carvalho. O
monólogo
conta, em forma de diário, a trajetória de um homem incomum em busca
de
um entendimento e justificativa perante a lógica do universo em que
vive.
Elenco: Chico Diaz. Direção: Moacir Chaves.
Quarta a domingo – 20h
Nara - até 27 de fevereiro
O espetáculo retrata a carreira de Nara Leão trazendo um
repertório
construído em 25 anos de carreira, revelando como suas escolhas
se
refletiram na história da música brasileira. Direção: Marcio
Araújo.
Elenco: Fernanda Couto
Quinta a domingo – 19h30
Assessoria de Imprensa CCBB Rio
Sueli Voltarelli (responsável) – 21 3808 2323 svoltarelli@bb.com.br
Roberto Lucio – 21 3808 2324
Fernanda Kinsky
Centro Cultural Banco do Brasil
Rua Primeiro de Março, 66
Centro – Rio de Janeiro - RJ
CEP 20010-000
www.bb.com.br/cultura
twitter.com/ccbb_rj
Aberto para o público de terça a domingo, das 09h às 21h
Museu Afro Brasil inaugura a exposição "Antífona" destacando trabalho do fotógrafo ensaísta Gal Oppido
Museu Afro Brasil inaugura a exposição “Antífona” destacando trabalho do fotógrafo ensaísta Gal Oppido
27 imagens apresentam a visão do artista sobre o feminino liberto
Abertura: 26 de fevereiro
Hora: 12h00
Duração: 26 de fevereiro a 17 de abril
Funcionamento: de terça a domingo, das 10 às 17 horas (permanência até às 18h)
Estacionamento: Portão 3 – Zona Azul
Entrada: Grátis
Classificação: Livre
Para maiores informações: faleconosco@museuafrobrasil.org.br
Para agendar visitas: agendamento@museuafrobrasil.org.br ou
Fone: 55 11 3320-8900 ramal 121
O Museu Afro Brasil, instituição da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, inaugura no próximo dia 26 de fevereiro a exposição Antífona de Gal Oppido. São 27 registros de rostos e corpos de intensa feminilidade produzidos como forma de retomar a discussão sobre o papel da mulher da atualidade. Cada uma das fotos apresenta mulheres com personalidades e características diferentes, traduzindo a visão do artista sobre o feminino liberto. “ A mulher que recentemente tem sua sexualidade afirmada igualitariamente perante uma sociedade até então de acento masculino, abrindo um horizonte para a compreensão dos inúmeros vínculos afetivos possíveis entre os humanos”, explica Gal.
Para conceituar este novo trabalho, e o sentido de liberdade que ele impõe, o fotógrafo mergulhou na obra do poeta Cruz e Souza, de onde emprestou o título da exposição. “Ele (Cruz e Souza) de vasta erudição dirige sua crítica para esta sociedade serpenteada pelo racismo, preconceito e discriminação, sem abandonar o seu fazer poético, donde escolhi o poema Antífona, para animar as imagens resultantes deste ensaio”, conclui.
“Forças originais, essência, graça
De carnes de mulher, delicadezas...
Todo esse eflúvio, que por ondas passa
do éter nas róseas e áureas correntezas” [Cruz e Souza, Antífona]
Fotógrafo ensaísta, Marcos Aurélio Oppido é nome marcante quando o assunto é a fotografia aplicada às áreas de artes cênicas, expressão corporal e arquitetura. Expondo desde 1981, seus trabalhos integram acervos do MASP, MAM e MIS.
Formado em arquitetura pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU/USP), em 1975, Gal inicia sua carreia aliando a fotografia ao desenho, fortalecendo-se anos depois como fotógrafo independente. Conhecido por seu trabalho extremamente autoral, explora o corpo, a efemeridade do tempo, a simbologia de objetos abandonados e a relação do homem com a matéria.
Diretor curador: Emanoel Araujo
Diretor executivo: Luiz Henrique Marcon Neves
Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/ nº
Parque Ibirapuera- Portão 10
São Paulo- SP - Brasil
CEP: 040094-050
Fone: 55 11 3320-8900
Espaço Cultural Citi apresenta Divas - Jogo de Armar, Jogo de Amar, de Neto Sansone, a partir de 7 de fevereiro
A partir de 7 de fevereiro no Espaço Cultural Citi da Avenida Paulista
O pop de Lichtenstein encontra o pavor de Hitchcock, Shirley Temple é uma das meninas de Velázquez. É nesse ambiente de sonhos das artes, povoado por imagens de mitos femininos, que se desenvolve o trabalho do pintor Neto Sansone. As dezessete amplas telas, 1,50m x 3m, trabalhadas com tinta acrílica, que mostrará em Divas – Jogo de Armar, Jogo de Amar, com curadoria de Jacob Klintowitz, exploram as semelhanças entre os mundos das artes plásticas e do cinema.
O paulistano Neto Sansone é artista plástico, publicitário e editor com atuação no mercado das publicações segmentadas. Duas mostras realizadas anteriormente
A exposição Divas – Jogo de Armar, Jogo de Amar vai ocupar o Espaço Cultural Citi, a galeria de arte da Avenida Paulista, entre 7 de fevereiro e 25 de março.
O Espaço Cultural Citi é uma galeria pública visitada mensalmente por cerca de 50 mil pessoas que trafegam pela Avenida Paulista e região. O espaço mantém a sua vocação de mostrar obras de arte no centro vital de São Paulo. Desde 2005, passaram por ali as obras de nomes consagrados, como Rubens Gerchman, Luiz Paulo Baravelli, Gregório Gruber, Romero Britto, Newton Mesquita, Odetto Guersoni, Ivald Granato, Takashi Fukushima, Caciporé Torres, Sérgio Lucena, Antonio Peticov, Maurício de Sousa, Claudio Tozzi, Marcello Nitsche, Odilla Mestriner, Aldemir Martins e Shoko Suzuki, além de jovens que se firmam como Luciana Maas, Maurício Parra, Carola Trimano e Manu Maltez.
Divas. Jogo de armar, jogo de amar, por Jacob Klintowitz
Alguns artistas são movidos pelo desejo de guardar para sempre um raio de luz. Neto Sansone constrói, de maneira permanente, a memória de sua emoção e utiliza para isto a sombra da mulher amada com a qual nunca esteve, mas que sempre esteve nele como modelo no plano das idéias perfeitas. O que o move senão a vontade de ter nas mãos um pouco do sol e, diante dos olhos, o desenho que adivinhou no espelho embaçado da água?
O que impressiona, antes de tudo,
E, se a primeira das figuras femininas é feita de sonho e imaterialidade, a segunda figura, retirada da história da arte e da ação de artistas seminais, é feita de pura materialidade, pois a pintura é concretitude. Na pintura, antes do feminino, temos a própria pintura, com as suas exigências formais, a sua filiação sensível, o significativo percurso do pintor, a resposta à determinadas questões de época.
É provável que para Neto Sansone, a junção destas duas formas de significação, antípodas em princípio, se torne uma única forma, feita de sonho e peso, vôo sideral e gravidade. É esta junção, do retrato luminoso ao peso autoral, que organiza o diálogo do artista Neto Sansone com a sua história pessoal, a de homem contemporâneo e visitante da história da arte.
Neto Sansone despe os seus personagens das cores originais, a carnalidade cinematográfica e o cromatismo pictórico. E os pinta em cinzas, pretos e brancos, tornando-os seus e habitantes de seu sonho. E os coloca lado a lado, em relações que podemos adivinhar, por vezes, ou conservam o seu enigma.
Uma mulher feita de projeção, outra mulher fixada em óleo sobre tela. Primeiro, as mulheres dos filmes, pura luz e movimento. Depois, as mulheres nas simbólicas e estáticas pinturas. Tanto num caso, quanto no outro, Sansone retira a cor, o histórico do trabalho referente, e o transforma no seu universo de sombras, luzes e ficção. Ele sugere que se trata de construção, jogo de armar, jogo de amar.
O Espaço Cultural Citi (Av. Paulista, 1111, térreo, fone 11.4009.3000) fica aberto para visitação de segunda a sexta-feira, das 9 às 19 horas; aos sábados, domingos e feriados, das 10 às 17 horas. Acesso a pessoas com deficiência física pela Alameda Santos,
Mais informações sobre o CitiBrasil em www.citi.com.br / flickr.com/CitiBrasil e no Twitter @CitiBrasil
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
CineSESC - Programação de 04 a 10 de fevereiro de 2011
Programação de 04 a 10 de fevereiro de 2011
TIO BOONMEE, QUE PODE RECORDAR SUAS VIDAS PASSADAS (“Lung Boonmee Raluek Chat”)
Apichatpong Weerasethakul, Reino Unido/Tailândia/Alemanha/França/Espanha, 2010, 113 min., 35mm. (Livre)
PALMA DE OURO no Festival de Cannes 2010. Tio Boonmee, que sofre de insuficiência renal, escolhe passar seus últimos dias na floresta, cercado por pessoas que o amam. O fantasma de sua falecida mulher aparece para tomar conta dele, e seu filho desaparecido há tempos retorna para casa numa forma não-humana. Refletindo sobre as causas da doença, Boonmee anda pela floresta lembrando-se de suas vidas passadas em forma de homem ou animal. Ele chega a uma misteriosa caverna no topo de um monte – o lugar de origem de sua primeira vida.
Sessões: 14h30, 16h40, 21h20.
Ingressos: R$ 12,00 [6ª, sáb., dom. e feriados] / R$ 6,00 [idosos, estudantes, professores e usuários] / R$ 3,00 [trabalhador no comércio e serviços matriculados e dependentes] / R$ 10,00 [2ª, 3ª e 5ª feira] / R$ 5,00 [idosos, estudantes, professores e usuários] / R$ 2,50 [trabalhador no comércio e serviços matriculados e dependentes] / R$ 8,00 [4ª feira] / R$ 4,00 [idosos, estudantes, professores e usuários] / R$ 2,00 [trabalhador no comércio e serviços matriculados e dependentes].
FORA DA LEI ("Hors la Loi")
Rachid Bouchareb, França, 2010, 138 min., 35mm. (14 anos)
Elenco: Jamel Debbouze, Roschdy Zem, Sami Bouajila.
Caçados na Argélia, três irmãos são separados de sua mãe. Messaoud vai para a Indochina. Em Paris, Abdelkader entra para o movimento pela independência da Argélia e Said faz fortuna nos clubes de boxe do bairro boêmio Pigalle. Seus destinos, unidos pelo amor de uma mãe, se misturarão inexoravelmente ao destino de uma nação em luta pela sua independência. Rachid Bouchareb dirigiu os longas Bâton Rouge (1985); Cheb (1991), premiado nos festivais de Cannes e Locarno. Por seu filme Dias de Glória (2006), os cinco atores principais levaram o prêmio conjunto de interpretação masculina no Festival de Cannes. Dirigiu também London River (2009), que rendeu ao ator Sotigi Kouyate o prêmio de melhor ator no festival de Berlim.
Sessões: 18h50
Ingressos: R$ 12,00 [6ª, sáb., dom. e feriados] / R$ 6,00 [idosos, estudantes, professores e usuários] / R$ 3,00 [trabalhador no comércio e serviços matriculados e dependentes] / R$ 10,00 [2ª, 3ª e 5ª feira] / R$ 5,00 [idosos, estudantes, professores e usuários] / R$ 2,50 [trabalhador no comércio e serviços matriculados e dependentes] / R$ 8,00 [4ª feira] / R$ 4,00 [idosos, estudantes, professores e usuários] / R$ 2,00 [trabalhador no comércio e serviços matriculados e dependentes].
EXPOSIÇÃO MARIO TURSI – OUTRO OLHAR DO CINEMA ITALIANO
Com mais de 70 fotos, pela primeira vez em São Paulo, a mostra fotográfica de Mario Tursi, apresenta imagens clássicas e inéditas de grandes filmes do cinema italiano.
São 40 anos de cinema sob o olhar indiscreto de um dos maiores fotógrafos de cena da história do cinema com imagens de produções como Morte em Veneza e Ludwig de Luchino Visconti, O Carteiro e o Poeta de Michael Radford, e Gangues de Nova York e Kundum de Martin Scorsese.
O artista pregava a imagem como demonstração de "vida". Sua indescrição nos sets foi reconhecida por muitos diretores, entre eles Luchino Visconti, Ettore Scola, Martin Scorsese e Massimo Troisi. O projeto prioriza a cultura e formação através do olhar e da sensibilidade da fotografia em imagens que possibilitam a expressão por si mesmas.
Com esta mostra será possível observar a qualidade fotográfica, técnica apurada, história da fotografia e a influência do cinema internacional na cultura do povo brasileiro.
Parte da curadoria desta mostra será do amigo fraterno de Tursi - e também fotógrafo, Mimmo Cattarinich.
Hall do CineSESC - 14h às 21h. Grátis
CINECLUBINHO
Sessões dedicadas ao público infantil para, além de refletir, proporcionar a formação do olhar. Performances artísticas antes e depois da sessão.
Para fevereiro, o CineClubinho do CineSESC preparou uma programação super especial; serão exibidos quatro clássicos do cinema infantil nacional, um de cada uma das últimas quatro décadas, que tiveram sua origem na literatura e fizeram bastante sucesso quando estrearam. Filmes emocionantes e que marcaram época!
MEU PÉ DE LARANJA LIMA
Aurélio Teixeira, Brasil, 108 min, 1970. (12 anos)
Elenco: Júlio César Cruz, Aurélio Teixeira, Henrique José Leal, Leilane Chediak, Júlio Hofacker, Janet Chermont.
Baseado no best-seller de José Mauro de Vasconcelos. Drama infantil que emocionou muitas gerações. A história de Zezé, menino de seis anos de idade. Muito pobre, ele brinca num pé de laranja lima que se torna seu amigo e confidente.
Domingo, 06 de janeiro, 11h.
Grátis – retirada de ingressos com uma hora de antecedência.
Festival SESC Melhores Filmes 2011
Já é possível votar nos melhores filmes de 2010 para o Festival SESC Melhores Filmes, o mais antigo festival de cinema da cidade de São Paulo. Criado em 1974, oferece a oportunidade ao público de ver ou rever, a preços populares, o que passou de mais significativo pelas telas da cidade no ano anterior ao evento.
Cada pessoa deve votar apenas uma vez - no hall do CineSESC ou pelo site oficial (http://www.sescsp.org.br/sesc/hotsites/melhores_filmes/index.cfm?edicao=2011) nas categorias melhor filme nacional e estrangeiro, melhor ator, atriz e diretor do Brasil e do mundo, melhor fotografia e roteiro para as produções nacionais. A votação será encerrada em 13 de fevereiro e o voto público vale desconto de 50% no ingresso de qualquer título em cartaz no CineSESC (promoção não acumulativa - válida no período de 7 de janeiro a 28 de abril de 2011).
Nesta 37ª Edição do Festival SESC Melhores Filmes, concorrem 295 títulos nacionais e internacionais que estiveram em cartas nos cinemas do país. O anúncio dos vencedores está previsto para 5 de abril.







