Mundo do Cinema: Cinema Europeu
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Cineclube de Guarulhos (SP) exibe "Entre os Muros da Escola"
Mundo do Cinema: Cinema Europeu
terça-feira, 24 de maio de 2011
O espetáculo Navalha na Carne da Cia. Nó ao Vento faz 1 ano de estréia com apresentação nas comemorações de
A montagem começou como um sonho da atriz Rita Brafer, que quando viu "Navalha" no palco pela primeira vez enfim tomou coragem para iniciar seu curso de teatro sonhando um dia "ser Neusa Sueli", tamanha a paixão despertada pela personagem na atriz. "Lembro como se fosse hoje. Assisti Navalha no Teatro Paulo Eiró, mal respirava durante a peça, a humanidade nua e crua do texto e das personagens me prenderam no ato. E pela Neusa absolutamente apaixonada. Pela mulher, pela humanidade, pela linguagem do Plínio. Desde então sonhei que um dia eu seria aquela mulher no palco e hoje estou feliz pela continua busca e pelo resultado do trabalho sendo essa mulher em cena já por um ano.", conta a atriz.
O espetáculo que estreou dia 06 de junho de 2010 participou do Festival de Curitiba e participa Mostra Fringe nos dias 3 e 4 de abril, entre outras mostras.
Com direçãode Mônica Granndo, a atualidade do texto, o universo das obras de Plínio Marcos e estas personagens ainda tão presentes em nossas vidas motiva a construção de um espetáculo com cores fortes, porém gastas, com movimentos desenhados e a humanização das personagens buscando reaproximar o texto do público para o qual a violência está banalizada.
No elenco estão Rita Brafer (Neusa Sueli), Eder Soares (Vado) e Admir Calazans (Veludo). A assistência de direção é de Rick Conte, sonoplastia de Sérgio Yamamoto, iluminação de Caio Coppoli.
A Cia Nó ao Vento
A Cia Nó ao Vento nasce a partir da montagem do espetáculo Navalha na Carne.
Sua criação vem da necessidade, por parte dos atores, de um trabalho contínuo à procura de uma forma "própria" de comunicar. O objetivo é desenvolver uma linguagem através da pesquisa, buscando a humanização do fazer teatral aproximando o teatro do grande público.
Nó forte. Nó de pescador de arte. Por mais que o vento sacuda e o mar esteja revolto, não desata.
Serviço:
NAVALHA NA CARNE
Texto: Plínio Marcos
Direção: Mônica Granndo
Assistência de Direção: Rick Conte
Elenco: Rita Brafer, Eder Soares, Admir Calazans
Recomendação: 14 anos
Duração: 45 minutos
Local: Espaço Cultural Tendal da Lapa
(Acessos: Rua Guaicurus, 1100 e Rua Constança, 72)
Quando: 05/06
Horário: 19h00
ENTRADA FRANCA
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Cursinho da Poli recebe o Lama Michel Rinpoche
Cursinho da Poli recebe o Lama Michel Rinpoche
no dia 23/5 na Unidade Lapa
O jovem Lama brasileiro falará sobre Cultura de Paz, autoconhecimento, concentração e relaxamento; a palestra é aberta ao público
O Cursinho da Poli recebe no dia 23/5 (segunda-feira), às 16h, na Unidade Lapa (Av. Ermano Marchetti, 576), o jovem Lama brasileiro Michel Rinpoche, que falará sobre Cultura de Paz, autoconhecimento, concentração e relaxamento.
Aos 12 anos de idade, o Lama Michel decidiu tornar-se monge por conta própria e passou a morar no Monastério de Será Me, na índia, com o intuito de estudar a filosofia budista Tibetana. Equilibrando sabedoria e bom-humor, atualmente viaja o mundo ministrando palestras e orienta, aqui no Brasil, o Centro de Dharma da Paz.
A palestra é gratuita e os alunos do Cursinho da Poli interessados devem retirar senha na Seção de Alunos. Os não estudantes do Cursinho devem fazer a inscrição pelo telefone: (11) 2145-7654.
Palestra com Lama Michel Rinpoche
Data: 23/5 (segunda-feira)
Horário: 16h
Local: unidade Lapa (Av. Ermano Marchetti, 576)
Valor: participação gratuita
Informações: (11) 2145-7654
Seminário Internacional discute Projeto "NOVA LUZ", no CCBB-SP - 24 a 26/05
Seminário internacional "Políticas culturais, intervenção urbana e patrimônio edificado: perspectivas para as metrópoles contemporâneas: O Projeto "Nova Luz"
Seminário Internacional acontece entre os dias 24 e 26 de Maio no CCBB em São Paulo
Com participação de agentes públicos e privados, nacionais e internacionais, programação joga luz e amplia o debate sobre a importância das políticas culturais no processo de re-qualificação do espaço público, nas metrópoles contemporâneas
Região da Nova Luz – Centro – São Paulo
Realizado pelo Centro Cultural Banco do Brasil, com coordenação geral da Agenda Projetos Culturais e curadoria da Profa. Dr. Herta Franco, o Seminário Internacional: Políticas Culturais e Intervenção Urbana traz para São Paulo, pela primeira vez e a nível internacional o debate sobre o papel das políticas culturais no processo de recuperação de áreas urbanas antigas, bem como as relações entre cultura, espaço e cidadania na definição de dinâmicas nas metrópoles contemporâneas.
Partindo da atualidade da discussão do Projeto "Nova Luz", conduzido pela Prefeitura Municipal de São Paulo, o Seminário tem como objetivo trazer uma abordagem interdisciplinar da questão. "Pensar nas dimensões - social, cultural, econômica - que envolvem o processo de intervenção urbana, a partir dos pontos de convergência e conflito. O objetivo não é pensá-las separadamente, mas em perspectiva.", reflete Marcelo Mendonça, gestor do CCBB São Paulo.
Em três dias de evento, seis palestras, oito debates e exibição de quatro filmes, os temas abordados vão de balanços a perspectivas.
No primeiro dia, a discussão se dará em torno do Projeto "Nova Luz". Serão duas mesas e duas palestras que irão analisar as ações que vem sendo implementadas no centro da cidade de trinta anos pra cá – sobretudo na região da Nova Luz – e de que forma os incentivos às manifestações culturais contribuíram ou não para a revitalização do espaço.
Serão também discutidas aqui as propostas específicas de intervenção urbana que fundamentam o Projeto "Nova Luz", a fim de prever os desdobramentos possíveis do projeto uma vez aplicado. Lourenço Gimenes, escritório de arquitetura FGMF e José Bicudo, da Cia City – ambas participantes do consórcio que desenvolveu e implementará o projeto – ministrarão palestra, seguida de debate com o Prof. dr. Fernando de Mello Franco (Universidade Mackenzie e MMBB), Dra. Rovena Negreiros (Emplasa) e Dr. Jorge Wilheim (Jorge Wilheim Consultores Associados).
O segundo dia de seminário terá seu norte na avaliação de modelos alternativos nacionais e internacionais, bem como na atuação de orgãos preservacionistas. A intenção é colocar a experiência da metrópole paulistana em relação à experiência de outras cidades do Brasil e do mundo e ampliar, dessa forma, as referências locais que ditam caminhos e escolhas para São Paulo.
Na sexta-feira, acadêmicos, membros da sociedade civil e representantes de órgãos culturais e de movimentos sociais irão discutir os horizontes possíveis, a partir do questionamento dos impactos reais de políticas de intervenções urbanas na vida dos diversos segmentos sociais presentes no espaço.
Quais são os limites e quais devem ser as bases de uma intervenção urbana que pretende não a reprodução de um modo de vida excludente, mas a construção de cidades mais humanas que tornem o espaço lugar de pleno exercício da diversidade cultural e social?
São a essas perguntas para as quais o Seminário busca respostas.
"Discutir as cidades e o modo como são feitas as intervenções em seus espaços hoje é refletir sobre a cidade que queremos construir para o século XXI. E isso é muito mais que um exercício profissional. É o exercício da cidadania", completa a Profa. Dr Herta Franco, curadora do Seminário.
Já estão confirmados para o Seminário Carlos Augusto Calil (Secretário Municipal de Cultura), o Prof. Dr. José Tavares de Lira (Centro de Preservação Cultural da Universidade de São Paulo / CPC – USP), Kazuo Nakano (Arquiteto do Instituto Polis), Paula Ribas (Presidente da Associação de Moradores dos bairros da Luz e Santa Ifigênia ) e ainda, Antônio Carlos de Moraes Sartini (Museu da Língua Portuguesa), Sergio Machado (Cineasta, diretor do longa Cidade Baixa), a Profa. Dr. Regina Meyer (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP / FAU-USP)e o Prof. Dr. José Teixeira Coelho Neto (Diretor do Museu de Arte Moderna de São Paulo / MASP e da Escola de Comunicação e Arte da USP), entre outros.
Olivier Mongin (Revue Esprit – França) e o Prof. Dr. Josep Maria Montaner (Universitat Politécnica da Catalunya – Espanha) são os convidados internacionais.
Espaço Urbano, Cultura e Cinema
Como parte da programação do Seminário, serão exibidos quatro filmes nacionais que de tem a cidade como ponto de convergência da narrativa. São eles: Soberano (Kiko Mollica e Ana Paula Orlandi), O Bandido da Luz Vermelha (Rogério Sganzerla), Madame Satã (Karim Ainouz) e Cidade Baixa, seguido de debate com o diretor do filme Sérgio Machado.
SERVIÇO:
O Seminário é totalmente gratuito.
As atividades acontecem entre os dias 24 e 26 de Maio, das 10h30 às 20h30
Local: Auditório da AASP – Rua Álvares Penteado, 151
(346 Lugares).
Haverá inscrições prévias pelo telefone 11 3113-3600 / 3113-3712 ou retirada de senha na bilheteria do CCBB , a partir de uma antes de cada atividade.
Exposição "Revoadas" marca volta de Cecília Macedo às telas
DO CÉU PARA AS TELAS
Inspirada no movimento dos pássaros, Cecília Macedo retorna ao mundo das artes plásticas com a exposição "Revoadas". Uma mostra do dinamismo, força, alegria e encantamento das aves retratadas em telas na forma de figuras abstratas. A exposição acontece de 07 a 22 de maio, na Marcelo Neves & Barion Galeria de Arte, do Shopping Villa Lobos. A entrada é franca.
Serviço:
Exposição Revoadas – Cecília Macedo
Período:de 07 a 22/05/11
Local: Marcelo Neves & Barion Galeria de Arte
Endereço: Avenida das Nações Unidas, 4777 – Piso térreo – loja 148
Site: www.mngaleria.com.br
Preço: Entrada franca
CAIXA CULTURAL APRESENTA A EXPOSIÇÃO "SÃO PAULO SÉCULO XXI"
O fotógrafo Fausto Chermont convida os visitantes a enxergar a capital paulista com outros olhos
A Caixa Cultural São Paulo apresenta, de 21 de maio a 17 de julho, a exposição "São Paulo Século XXI", do fotógrafo Fausto Chermont, que pode ser percorrida e experimentada com diferentes enfoques, que convidam os visitantes a enxergar a megalópole paulista por diversos prismas, ressaltando tanto a arquitetura quanto outros aspectos visuais e urbanísticos. A entrada é gratuita e o evento é patrocinado pela Caixa Econômica Federal.
Sob enfoque dos processos históricos do fazer fotográfico, pode-se perceber a grande variedade de equipamento, utilizados na captura das imagens. Câmeras analógicas, convencionais ou customizadas por lentes adaptadas, e filtros criam distorções e efeitos óticos, além de possibilitar enquadramentos diferenciados da paisagem urbana.
Outro aspecto observado é a evolução – interpretada como mudança e não como melhoria. Essa passagem tem origem nos recursos tecnológicos, usados desde o século XIV (analógicos e físico-químicos), até os dias de hoje (câmeras digitais, digitalização de imagens e impressões), que ocupam o espaço das anteriores revelações. As fotos, que foram impressas digitalmente, tiveram seus negativos (películas) escaneados e digitalizados. No entanto, não receberam tratamento de manipulação de imagens por programas computacionais. A mostra apresenta a coexistência de ambos os sistemas num mesmo momento – analógico e digital – com o objetivo único: a fotografia.
Outra característica da fotografia de Fausto Chermont é o rigor técnico. Apesar de não ser uma característica da arte contemporânea, esse rigor oferece ao artista recursos e opções de representação e linguagens, que podem ser percebidas nas fotos noturnas, internas e aéreas. O longo período de exposição dos negativos faz desaparecer as pessoas e os automóveis que passam. Paradoxalmente, é assim com a cidade: ela fica. O que foi edificado e resistiu a ela própria, está estampado nas fotografias, enquanto as pessoas seguiram suas vidas, outras vidas; outro tempo, em outros lugares.
SOBRE O FOTÓGRAFO
Fausto Chermont é brasileiro, paulistano, tem 49 anos e estudou Administração de Empresas na PUC - SP. Fotografa desde os 13 anos, e se considera profissional a partir de sua primeira exposição individual, "Jequitinhonha / Brasil", realizada em 1981, que circulou por várias capitais do país.
Em 1987 abriu o "Nonsense Studio de São Paulo", laboratório e estúdio fotográficos. De 1987 a 1991 coordenou a documentação de foto e vídeo do projeto "Invernagem Polar" na Península Antarctica.
Foi diretor da União dos Fotógrafos do Estado de São Paulo - 1988/89 1990/91. É fundador e diretor do NAFOTO, que há 20 anos realiza o Mês Internacional da Fotografia de São Paulo. Coordenou as VI e VIII edições em 2003 e 2007. Evento que já produziu mais de 200 exposições entre 1991 e 2007.
Foi fundador e vice-presidente da Cooperativa dos Artistas Visuais do Brasil e membro do Conselho Municipal e Estadual de Cultura nas Comissões de artes Visuais. Trabalhou no Museu Da Imagem e do Som (MIS) por quase 10 anos, onde coordenou, organizou e curou diversos projetos nas áreas de fotografia e de novas tecnologias, sendo membro do conselho, que já presidiu entre 1999 e 2001.
Atua regularmente como fotógrafo em projetos de meio ambiente e, há mais de 20 anos, participa de expedições esportivas, ecológicas, culturais e científicas, tendo publicado o livro "Em busca dos Dinossauros" conjuntamente com o Museu Nacional (RJ), em 2003.
Possui trabalhos em diversas coleções de instituições publicas e privadas alem de coleções particulares, no Brasil e no exterior.
Serviço:
Exposição "São Paulo Século XXI"
Abertura para convidados e imprensa: dia 21 de maio de 2011, às 11h
Visitação: de 21 de maio a 17 de julho de 2011
Horário de visitação: de terça-feira a domingo, das 9h às 21h.
Local: CAIXA Cultural São Paulo (Sé) – Praça da Sé, 111 – Centro – São Paulo (SP)
Informações, agendamento de visitas mediadas e translado (ônibus) para escolas públicas: (11) 3321-4400
Acesso para pessoas com necessidades especiais
Entrada: franca
Recomendação etária: livre
terça-feira, 17 de maio de 2011
Lancamento do livro Anatomia e Fisiologia Aplicadas ao Hatha Yoga

Gerson D'Addio da Silva
• 176 páginas
• Formato 16x23 cm
• 4 cores
MABLA: Movimento Afro-brasileiro Pró-Libertação de Angola (1960-1975)
El Mar em Buenos Aires


sexta-feira, 13 de maio de 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011
Exposição aborda as transformações dos vínculos sociais no espaço público e na natureza
( Fortaleza, Ceará, Brasil - Comunique-se - ) O Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza (rua Floriano Peixoto, 941 – Centro – fone: (85) 3464.3108) abrirá a exposição “Imagem e Espaço” no próximo dia 17 (terça-feira), às 18 horas. Gratuita ao público, a exposição ficará em cartaz até o próximo dia 17 de junho (horários de visitação: terça-feira a sábado, de 10h às 20h; e aos domingos, de 12h às 18h).
A partir do curso de Realização em Audiovisual, oferecido pela Escola Pública de Audiovisual da Vila das Artes, equipamento da Prefeitura de Fortaleza, foram selecionadas para a mostra quatro vídeo-instalações, que trabalham questões como: as transformações no espaço público e na natureza dos vínculos sociais, a partir do fenômeno da aceleração tecnológica e dos fluxos de informação e produção audiovisual; as dimensões simbólicas na relação imagem e espaço; realização de atividades teóricas e práticas e análise da diversidade de imagens, com ênfase na representação sobre a cidade e seus múltiplos espaços sociais.
A imagem como possível espaço humano (texto de Hugo Pierot)
Como enquadrar aquilo que é humano? Como espacializar os desejos de felicidade, a busca de uma identidade ou sua constituição, a relação com o outro e a criação de um universo onde interagem personagens virtuais? Como construir um espaço em que, aquilo que é humano, sejam os sentimentos mais íntimos, o lúdico ou a descoberta de si e do outro, possam pulsar, tensionar e não apenas serem representados?
De uma forma ou de outra, os trabalhos apresentados na exposição Imagem e Espaço lidam com o problema de transformar em espaço habitável, tangível até, as relações estabelecidas com o outro, apontando, consequentemente, para as subjetividades de cada realizador, como numa via de mão dupla.
Outro problema retomado talvez seja o de pensar o cinema como uma possibilidade para além da sala escura com cadeiras e tela de projeção, onde o espectador está imóvel (como no útero materno).
Cada obra desta exposição lida com estas buscas de diferentes formas: seja por meio da criação de um ambiente imersivo (porém circulável, e convidativo à tatilidade); pela interferência direta do espectador e pela absorção/transformação/manipulação da iconografia cinematográfica; pela relação que se estabelece do eu com o eu-imagem; ou ainda pela tentativa de intervir no fluxo já pré-estabelecido das imagens na intenção de dar outras vozes e outros corpos midiáticos às pessoas comuns.
Embora as obras aqui apresentadas se insiram em um contexto que, como disse Philippe Dubois, estabelece a “arte da experiência mais do que da contemplação, do fenômeno mais do que da essência, da presença mais do que da representação”, todas procuram lidar com a experiência do cinema, trazendo para a superfície da imagem aquilo que nela há de mais humano.
Sinopses das quatro vídeo-instalações
MACHINENBAD, de Leonardo Ferreira
Equipe: Lucas Carvalho, Júlio Figueroa, Gabriel Petter, Luziany Gomes, Elisa Ratts, Rodrigo Fernandes, Eduardo Pereira
Em uma instalação composta por três projeções cujas imagens dialogam, acompanhamos uma transcriação de “Ano Passado em Marienbad”, de Alain Resnais, filme no qual, num fluxo temporal e espacial fragmentado e não-naturalista, a dinâmica labiríntica dos encontros entre um homem misterioso e uma bela mulher desenvolve-se no interior de um luxuoso hotel. Nesta adaptação, porém, apenas modelos e cenários virtuais, baseados num jogo de videogame, são utilizados - um vídeo machinima. Enquanto a narrativa pré-editada é exibida em duas telas de imagens diferentes que se complementam, numa terceira podemos encarnar um dos personagens e manipular, em tempo real, o jogo, interagindo com cenários, objetos etc.
O QUE ME OLHA QUANDO ME VEJO, de Ticiana Lima
Equipe: Rafaela Diógenes, Drica Freitas, Rodrigo Fernandes, Luiza Pessoa, Raísa Christina, Natália Viana
A relação do 'eu' com o mundo é um processo de conquista. O ser humano precisa captar o entorno de si mesmo e ao mesmo tempo se fazer presente, ganhar existência. Ao travar conhecimento com o mundo, a pessoa busca mostrar seus atrativos, o melhor ângulo. Quem diz ao sujeito o que é o melhor de si? O espelho? Que espelho?
ENTRE O QUE ME MERECE E O QUE ME FAZ FELIZ, de Annádia Leite
Equipe: Amanda Pontes, Gláucia Barbosa, Andressa Back, Sarah Holanda, Hugo Pierot, Igor Vieira, Danilo Maia, Camila Vieira, Marina Mapurunga, Régis Andrade.
A escolha entre o que me merece e o que me faz feliz se dá pelo desejo. Ele que me move ao posicionamento em um desses lugares. Só se sabe como é a experiência a partir do momento em que ela é vivenciada ao longo do tempo. Minha convivência com o objeto de escolha quebra o ideal. E todo lugar, por melhor que aparente ser ou que seja de fato tem seus obstáculos. Não tive tempo para atestar que a outra opção fosse mais fácil, tranquila ou benéfica. O arrependimento da escolha parte da idealização. Posso modificar a opção, mas isso exige esforço para ultrapassar o comodismo, as exigências sociais, a confusão mental, as incertezas ou qualquer outra coisa. Fico me perguntando se é escolher com os olhos vendados e aceitar as decorrências disso. Talvez não, afinal o desejo se move através de todos os sentidos.
inTerVir, de Tiago Pedro
Equipe: Natália Viana, Floriza Rios, César Mota, Daniel Bezerra, Davi Queiroz, Angélica Rodrigues, Eugênio Pacelli, Elisa Ratts, Denise Pereira, Washington Hemmes
O projeto vai criando espaços sensoriais de encontro subjetivos dos moradores do centro, onde a rotina da atual sociedade distancia pessoas do conhecimento do próximo. inTerVir vem como ferramenta de reflexão sobre essa questão, produzindo ondas UHF de afetividades e alteridade em peças midiáticas.
Rio: Bonito por natureza
Diariamente, exceto terças-feiras, das 12 às 17 horas
Museu da Chácara do Céu
www.museuscastromaya.com.br
HEREROS ANGOLA
Localizado no Parque Ibirapuera, em São Paulo, foi inaugurado em 23 de outubro de 2004 e possui um acervo de mais de 5 mil obras. Parte destas obras, cerca de 2.100, foram doadas à Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo pelo artista plástico e curador, Emanoel Araujo, idealizador e atual Diretor-Curador do Museu. A biblioteca do museu, cujo nome homenageia a escritora, "Carolina Maria de Jesus", possui cerca de 6.800 publicações com especial destaque para a coleção de obras raras sobre o tema do Tráfico Atlântico e Abolição da Escravatura no Brasil, América Latina, Caribe e Estados Unidos. A presença negra africana nas artes, na vida cotidiana, na religiosidade, nas instituições sociais são temas presentes na biblioteca.
O museu mantém um sistema de visitação gratuita para todas as exposições e atividades que oferece; um Núcleo de Educação com profissionais que recebem grupos pré-agendados, instituições diversas, além de escolas públicas e particulares. Através do Núcleo de Educação também mantém o programa "Singular Plural: Educação Inclusiva e Acessibilidade", atendendo exclusivamente pessoas com necessidades especiais e promovendo a interação deste público com as atividades oferecidas.
Em 2009, a Associação Museu Afro Brasil, que administra o museu tornou-se uma das Organizações Sociais ligadas à Secretaria de Estado da Cultura. A gestão compartilhada do Museu Afro Brasil atende a uma resolução da Secretaria que regulamenta parcerias entre o governo e pessoas jurídicas de direito privado para ações na área cultural.
Diretor Curador: Emanoel Araujo
Diretor Executivo: Luiz Henrique Marcon Neves
Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/ nº
Parque Ibirapuera- Portão 10
São Paulo- SP - Brasil
CEP: 040094-050
Fone: 55 11 3320-8900